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Viva Maria entrevista atriz Maeve Jinkings no Dia do Cinema Brasileiro

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Saudações de amor e fé para todo mundo que, em procissão, celebra o feriado de Corpus Christi. Ao longo do dia as ruas de diversos estados brasileiros estarão sendo cobertas por belos tapetes feitos de serragem colorida e muitas flores.

E é neste cenário de adoração, que o Viva Maria gostaria de estampar com as cores da nossa bandeira as principais avenidas desse nosso país numa tentativa de enaltecer as razões que nos fazem ter orgulho de ter nascido nesse país. Aliás, razões não faltam, mas hoje, muito especialmente, é dia de aplaudir de pé uma delas. Falo do cinema nacional.

Hoje é o dia dele e nós vamos celebrar a data ouvindo Maeve Jinkings, atriz que teve a honra de participar do filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles. Filme que é, indiscutivelmente, um marco importante para o cinema brasileiro. Além do cinema e do teatro, Maeve foi Domingas na minissérie Regra do Jogo. Domingas, uma mulher que sofre violência e que apesar de muitos abusos, tem dificuldade em reagir, o que gera reflexões e debates sobre a complexidade da violência doméstica e a dificuldade de quem sofre na pele essa tortura, né?

De Domingas a Cecília Cantanhede na novela Vale Tudo, que está no ar nesse momento, a nós interessa conhecer um pouco mais a vida e a carreira de Maeve. Confira entrevista no player.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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