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Mostra Grande Otelo exibe 15 filmes em oito estados

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Começou esta semana e segue até o próximo dia 29 de julho a Mostra Grande Otelo. São 15 filmes que concorrem ao Prêmio Grande Otelo, promovido pela Academia Brasileira de Cinema, nas categorias longa de ficção, longa de comédia e documentários. 

Cinemas de 20 cidades localizadas nos estados da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul terão exibições gratuitas de filmes como Ainda Estou Aqui, de Walter Salles; Motel Destino, de Karim Aïnouz; Baby, dirigido por Marcelo  Caetano; Câncer com Ascendente em Virgem, estreia na direção da novelista Rosane Svartman; além de documentários como Fernanda Young ─ Foge-me Ao Controle , de Susanna Lira; e Milton Bituca Nascimento, de Flavia Moraes. Várias das obras da Mostra também possuem premiações em festivais no Brasil e no exterior. 

No site e redes sociais da Academia é possível saber em quais dias a Mostra vai passar por cada uma das cidades. 

Os 15 filmes também concorrem na categoria Melhor Filme do Júri Popular. Neste caso, qualquer pessoa pode votar através o site  votopopular.academiabrasileiradecinema.com.br.

Criada em 20 de maio de 2002, a Academia Brasileira de Cinema é uma entidade independente que, entre outras finalidades, instituiu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, atualmente batizado de Prêmio Grande Otelo. A premiação este ano será no dia 30 de julho, na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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