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Força Tática prende homem com duas armas de fogo em Rondonópolis

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam um homem, de 37 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quinta-feira (21.8), em Rondonópolis. Com o suspeito, foram apreendidas duas armas de fogo e munições.

Durante patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática foi abordada por populares, que não quiseram se identificar, que informaram sobre um homem que estava portando uma arma de fogo, em um veículo Strada.

Diante da denúncia, os militares iniciaram patrulhamento e encontraram o veículo, com as mesmas características informadas, transitando pelo Anel Viário da cidade.

Em abordagem ao veículo e condutor, os policiais encontraram uma arma de fogo com ele. Questionado sobre o objeto, o suspeito confessou ser dono do material e disse que em sua casa havia outra arma guardada.

Os policiais seguiram até o endereço do homem e fizeram buscas na casa, sendo possível localizar a segunda arma de fogo e munições para o objeto, escondidas no fundo falso de uma gaveta.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de Rondonópolis, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Professor da UFMT é indiciado pela Polícia Civil por assédio sexual e constrangimento ilegal

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A Polícia Civil concluiu dois inquéritos que investigavam o professor universitário e maestro Oliver Yoshio Umeda Yatsugafu, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por crimes praticados contra 3 mulheres ligadas a atividades acadêmicas e musicais da instituição. Ao final das investigações, ele foi indiciado por assédio sexual e constrangimento ilegal. 

O primeiro inquérito apurou uma denúncia de assédio sexual contra uma estudante de Música, de 21 anos, integrante de um projeto de extensão coordenado pelo maestro.

Durante as investigações, a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) ouviu familiares, colegas da vítima e pessoas ligadas ao ambiente universitário. Segundo a Polícia Civil, os depoimentos reforçaram o relato de abalo emocional da estudante e apontaram comportamentos considerados invasivos e abordagens diferenciadas por parte do professor. 

Em depoimento, Oliver negou as acusações. Apesar da negativa, a investigação concluiu haver indícios da prática, em tese, do crime de assédio sexual. O maestro foi indiciado com base no artigo 216-A do Código Penal. 

Mulheres relataram que foram impedidas de deixar sala

O segundo inquérito investigou um episódio ocorrido em novembro de 2025, envolvendo duas musicistas, de 23 e 39 anos.

Conforme a investigação, elas foram chamadas pelo professor para uma reunião antes de um ensaio no Departamento de Artes da UFMT. 

Durante o encontro, o investigado teria pedido que as duas convencessem a estudante que denunciou o suposto assédio a retornar às atividades do projeto musical. 

Segundo a Polícia Civil, durante a conversa, o professor teria se posicionado em frente à porta da sala, impedindo que as mulheres deixassem o local por cerca de 3 minutos. Após conseguirem sair, elas buscaram abrigo em outro espaço da universidade, onde foram encontradas nervosas e emocionalmente abaladas. 

O maestro também negou essa acusação, afirmando que a reunião tratava apenas de assuntos relacionados ao projeto musical. Ao concluir o inquérito, a DEDM entendeu haver elementos para indiciá-lo pelo crime de constrangimento ilegal, previsto no artigo 146 do Código Penal. 

Os dois inquéritos foram encaminhados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que irão analisar o caso e decidir sobre o eventual oferecimento de denúncia. O procedimento referente ao assédio sexual foi protocolado em 28 de janeiro de 2026, enquanto o inquérito sobre constrangimento ilegal foi remetido à Justiça em 22 de junho deste ano.

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