Cuiabá
Prefeitura leva cata-treco ao CPA III, Santa Inês, Cohab Nova e outros 15 bairros
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá segue ampliando as ações de limpeza urbana com mais uma edição do programa Cata-Treco, executado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). Entre os dias 25 e 30 de agosto, moradores de 18 bairros poderão descartar gratuitamente móveis e eletrodomésticos sem uso, garantindo o destino adequado desses materiais.
O serviço contempla objetos como sofás, colchões, mesas, armários, camas, geladeiras e demais utensílios domésticos que não fazem parte da coleta regular. Para facilitar o recolhimento, os moradores devem colocar os itens na calçada, em frente às residências, até as 7h da manhã do dia programado, sempre de forma organizada.
Materiais como restos de poda, pneus, entulhos de obras, vidros, baterias, pilhas, latas de tinta e pedaços de madeira não são aceitos pela operação e precisam ser encaminhados aos ecopontos disponíveis na cidade.
De acordo com a Limpurb, cerca de 20 trabalhadores estarão mobilizados diariamente para atender o cronograma, que começa logo pela manhã e segue até a conclusão do roteiro. Quem não puder aproveitar as datas previstas pode solicitar o serviço em outra ocasião pelos números (65) 3645-5518 ou (65) 99243-6502 (WhatsApp).
Cronograma da semana
– Segunda-feira (25): CPA III (1ª, 2ª e 4ª etapas) e CPA IV (1ª, 2ª e 3ª etapas)
– Terça-feira (26): Morada do Ouro I, Morada do Ouro II, Colina Verde e Coxipó Mirim
– Quarta-feira (27): Canjica, São João dos Lázaros e Santa Inês
– Quinta-feira (28): Milton Figueiredo, Wantuil de Freitas e Jardim Europa
– Sexta-feira (29): Ribeirão do Lipa, Ribeirão da Ponte e Cohab Nova
– Sábado (30): Chácara dos Pinheiros, Cohab São Gonçalo e Coophema
#PraCegoVer
A imagem mostra os caminhões da Limpurb realizando a retirada de móveis inservíveis através do programa cata-treco.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
-
Várzea Grande6 dias atrásPolícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
-
Política7 dias atrásAumento de penas para furto e roubo de combustíveis segue para a CCJ
-
Política4 dias atrásRegulamentação de ‘filtro de relevância’ para recursos ao STJ vai à sanção
-
Política5 dias atrásComissão da Câmara aprova projeto que declara nulo casamento de menores de 16 anos de idade
-
Primavera do Leste2 dias atrásPrefeitura mobiliza força-tarefa e impede que incêndio se espalhe para outras áreas em Primavera do Leste
-
Política6 dias atrásDamares faz balanço de atividades da CDH no primeiro semestre
-
Cultura4 dias atrás“Elefante”: espetáculo debate Alzheimer e racismo estrutural
-
Política6 dias atrásProjeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara













