Mato Grosso

Operação termina com três prisões e 33 motocicletas removidas em Cuiabá

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Três pessoas foram presas e 33 motocicletas foram removidas em mais uma edição da Operação Tolerância Zero sobre Duas Rodas, realizada na noite desta quarta-feira (27.8), na Avenida Coxipó Mirim, no bairro Doutor Fábio, em Cuiabá.

Conforme o relatório da operação, 34 motos foram fiscalizadas e autuadas. Ao todo, foram confeccionados 69 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 23 por veículos não licenciados, 23 por motociclistas que não possuíam Carteira Nacional de Habilitação (CNH), um por conduzir sob efeito de álcool e 15 por outras irregularidades.

Durante a ação, três motoqueiros foram presos, um por pilotar embriagado, um com mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e outro por direção perigosa, segundo o artigo 175 do Código de Trânsito Brasileiro.

A Operação foi coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) e contou com o apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Semob, do Corpo de Bombeiros (CBM), da Polícia Penal, do Sistema Socioeducativo e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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