Política
Mauro passa por ressonância e tem alteração pulmonar após cair de palco
Política
O governador Mauro Mendes (União Brasil) passou por uma ressonância, na qual foi detectada uma alteração pulmonar. O chefe do Executivo estadual sofreu uma queda, no último domingo (31), de aproximadamente três metros de altura e fraturou quatro costelas.
Conforme a primeira-dama, Virginia Mendes, Mauro começará a tomar antibiótico e seguirá trabalhando de casa.
Mauro caiu enquanto fazia uma vistoria na estrutura do Parque Novo Mato Grosso. Ele foi socorrido rapidamente e levado ao Hospital Estadual Santa Casa, onde ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até a segunda-feira (1º).
No dia que recebeu alta, o governador gravou um vídeo falando sobre a queda.
“Eu jamais imaginei que ia cometer um deslize daquele de subir numa plataforma, não ver um alçapão e eu mesmo cair. Eu estou acostumado a fazer esse tipo de coisa, sou engenheiro de produção“, explicou Mauro.
Na terça-feira (2), Virginia publicou nas redes sociais que o governador não poderia receber visitas em casa durante o período de recuperação.
“Por orientação médica, Mauro Mendes seguirá com acompanhamento e fisioterapia, precisando permanecer em repouso absoluto em casa. Neste período de recuperação, não poderá receber visitas”, disse a primeira-dama nas redes sociais.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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