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Exposição “Histórias da Ecologia” reúne mais de 200 obras no Masp

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Aberta nesta quinta-feira (4), a exposição Histórias da Ecologia revela no Masp, Museu de arte de São Paulo, perspectivas artísticas em comum a respeito da ecologia ou de enfrentamentos aos efeitos da crise climática global. 

São mais de 200 obras de artistas, ativistas e movimentos sociais de 22 países, como Colômbia, Nova Zelândia, Peru e Turquia.

A coletiva internacional ocupa todos os espaços expositivos do Edifício Pietro Maria Bardi, o novo prédio inaugurado este ano pelo Masp. 

A exposição investiga a ecologia como uma rede de relações entre seres vivos e o mundo que habitam. Fotografias, pinturas, esculturas, vídeos e performances colocam em diálogo comunidades, territórios e ecossistemas de diferentes locais ou períodos.

O trabalho de vídeo do artista chinês Zheng Bo investiga a plasticidade genética das plantas. Em outra produção artística, aparece uma perspectiva indígena amazônica sobre a temporalidade cíclica da natureza. 

Na exposição, entre todas as obras, há algo em comum: nenhum artista consegue pensar a natureza separada do humano.

A exposição Histórias da Ecologia fica em cartaz no Masp até 1ºde fevereiro de 2026. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.
 


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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