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36ª Bienal de São Paulo abre suas portas neste sábado, no Ibirapuera

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A 36ª Bienal de São Paulo abre suas portas neste sábado, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, na capital paulista.

Com entrada gratuita, a exposição conta com obras de 125 artistas e coletivos. Shows, performances e encontros animam a programação pública desde o primeiro fim de semana.

Esta edição da maior bienal de arte da América Latina se inspira no poema “Da calma e do silêncio”, da escritora Conceição Evaristo. Um dos curadores da bienal, Thiago de Paula, explica que o evento deste ano tem a escuta ativa, o encontro, a negociação e o respeito como fundamentos inspiradores das práticas artísticas.

Quem visitar a 36ª Bienal de São Paulo vai fazer uma espécie de travessia. Por um estuário onde vozes, memórias e gestos vindos de diferentes margens se encontram e se transformam, o co-curador Thiago de Paula, destaca que para isso foram convidados artistas de diversas localidades do Brasil e do mundo..

Até 11 de janeiro, quem for à Bienal vai poder conhecer trabalhos como a da artista Theresah Ankomah, de Acra, capital de Gana, na África, que cobriu com centenas de tiras de folhas de palmeira trançadas a fachada do Pavilhão para esta edição.

A programação completa da Bienal de São Paulo o ouvinte confere no site 36.bienal.org.br/


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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