Cultura

Cantora, compositora e pianista: conheça a história de Angela Ro Ro

Publicado em

Cultura

Escritora, cantora, compositora e pianista começou a estudar piano clássico aos 5 anos e a compor aos 6. Despontou na carreira artística na década de 1970 e se tornou uma das maiores artistas do cenário musical brasileiro, com sucessos como:

  • Amor Meu Grande Amor;
  • Simples Carinho;
  • Compasso;
  • Tola Foi Você; e
  • Só Nos Resta Viver.

Nascida Angela Maria Diniz Gonçalves, no Rio de Janeiro, em 5 de dezembro de 1949, ganhou o apelido Ro Ro, ainda na infância, por um grupo de amigos, devido a voz e risadas roucas.

O talento vocal lhe rendeu várias homenagens e títulos, como a de uma das maiores vozes da música brasileira pela revista Rolling Stones. Suas composições foram gravadas por nomes como Maria Bethânia e Ney Matogrosso.

Veja também: Morre, aos 75 anos, a cantora Angela Ro Ro

Ídolo de várias gerações, ganhou de Cazuza e Frejat a música Malandragem, mas não quis gravar a canção que diz: “quem sabe ainda sou uma garotinha”, porque não se identificava com a letra.

Desnudou-se em cada canção, em cada mensagem e diálogo com seus fãs. Desbravou o mundo, enfrentou preconceitos. Não se intimidou, nem mesmo quando foi agredida, ao dizer seu amor, seu desejo por outra mulher. Seu legado, sua voz e sua humanidade serão para sempre lembrados.

*Com trabalhos técnicos de Toni Godoy. 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

Publicados

em

Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA