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Fagundes lidera com 37% das intenções de voto a disputa pelo Governo

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O senador Wellington Fagundes (PL) aparece liderando a pesquisa realizada pelo Instituto Real Time Big Data divulgou, nesta segunda-feira (08), com 37% das intenções de voto a disputa pelo Governo de Mato Grosso.

A segunda posição ficou com vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) que aparece com 19% das intenções de voto. Em terceiro lugar ficou o ex-prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio (PSB), que teve 9%.

Brancos e nulos aparecem com 15% e os que não souberam responder ficou com 20%. Já num segundo cenário, Wellington aparece com 30% das intenções de voto. Ele é seguido pelo senador Jayme Campos (União), que aparece com 16%.

Pivetta aparece com 15% das intenções de voto e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD) aparece com 12%. Pátio (PSB) aparece em último com 8%.

Brancos e nulos representam 12% e as pessoas que não souberam responder corresponde a 7% do levantamento. O levantamento, realizado nos dias 5 e 6 de setembro com 1.200 eleitores, tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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