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Seduc realiza 1º Encontro Estadual do Censo Escolar nesta quarta-feira (17)

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) promove, nesta quarta-feira (17.9), em Cuiabá, o 1º Encontro Estadual do Censo Escolar MT: Compromisso com a Qualidade da Informação. O evento será realizado na Fatec/Senai, com a presença de técnicos, gestores educacionais e representantes das 142 secretarias municipais de Educação.

A programação inclui palestras e oficinas sobre ICMS Educacional, Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), papel dos agentes na coleta, Glossário da Educação Especial, funcionalidades do Educacenso, além de estratégias para corrigir erros e exemplos de boas práticas. O objetivo é orientar e capacitar os profissionais responsáveis pela retificação da Matrícula Inicial 2025.

O Censo Escolar é considerado o principal levantamento de dados da educação básica no Brasil, coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em regime de colaboração com estados e municípios. Em Mato Grosso, as informações coletadas impactam diretamente o ICMS Educacional, que distribui mais recursos aos municípios com melhores resultados de aprendizagem.

De acordo com o secretário de Educação, Alan Porto, a precisão das informações é essencial para o avanço da rede estadual. “Somente com dados confiáveis podemos fortalecer políticas públicas e alcançar nosso objetivo de tornar a educação básica de Mato Grosso referência nacional em aprendizagem até 2026”, afirmou.

Entre os palestrantes estão a coordenadora-geral do Censo Escolar, Célia Gedeon, que abre a programação com a palestra sobre a importância do levantamento; Ricardo Savio Aguiar Souza, que aborda o ICMS Educacional; e Suzana Fabrim Aguiar, que tratará do Saeb. Já o coordenador estadual do Censo Escolar, Rodrigo Jacob, falará sobre os papéis dos agentes na coleta, erros recorrentes, funcionalidades do sistema e soluções práticas. Também participam Annelyze Rosa, Maira Safra e André Ramos.

Para Rodrigo Jacob, o encontro será uma oportunidade de troca de experiências entre municípios e de valorização dos profissionais que atuam diretamente na coleta.

“O evento reafirma o compromisso do Estado com a qualidade e a equidade na educação pública. Nosso propósito é preparar técnicos e gestores para decisões cada vez mais estratégicas”, destacou.

A programação inicia às 8h com o credenciamento, seguida pela abertura oficial às 8h30. As atividades seguem durante todo o dia, com encerramento às 17h. Entre os destaques estão os debates sobre erros e dificuldades na coleta (15h30) e as oficinas de boas práticas (16h30).

Fonte: Governo MT – MT

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Pivetta defende prevenção e oportunidades para enfrentar a violência em MT

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ATUAR EM VÁRIAS FRENTES

Governador e candidato à reeleição aponta educação, qualificação profissional e permanência dos jovens na escola como parte da estratégia para os próximos quatro anos

O governador Otaviano Pivetta, candidato à reeleição, defendeu, nesta quinta-feira (10.9), em entrevista à Rádio Metrópole, em Cuiabá, que o enfrentamento à violência em Mato Grosso exige atuação em diferentes frentes, com investimentos em segurança, tecnologia e inteligência, mas também em prevenção e na criação de oportunidades para os jovens.

“Não existe uma receita simples e não é só um fator. Nós temos que atuar em várias frentes. A primeira delas, que eu considero que está no nosso alcance, é urgente e nós já estamos fazendo. É melhorar o ambiente escolar para os nossos jovens dos anos finais e do ensino médio ficarem na escola e receberem curso técnico na escola”, afirmou.

Para os próximos quatro anos, Pivetta defende a ampliação do ensino técnico para todos os estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio. Atualmente, cerca de 15 mil jovens já fazem cursos técnicos no Estado.

“O nosso plano nesses próximos quatro anos é levar curso técnico para 100% dos nossos alunos dos anos finais e do ensino médio, para que o aluno, já aos 16, 17 anos, tenha uma profissão e comece a trabalhar. Emprego nós temos. Isso é um programa que já está em andamento”, destacou.

*”Tornar a educação atrativa”*

Pivetta também defende a modernização das escolas como parte da estratégia para manter os jovens no ambiente escolar, com a incorporação de tecnologia e inteligência artificial à educação.

“Além disso, através da educação, libertar os nossos jovens e tornar a educação atrativa a ponto de reter esses jovens na escola. Isso precisa de tecnologia, que nós já estamos implementando também, e inteligência artificial. É modernizar a nossa estrutura de educação para que ela seja mais atrativa. E as nossas escolas também”, disse.

O governador ressaltou ainda a importância de melhorar os espaços onde os estudantes passam boa parte do dia e citou as mudanças realizadas na estrutura das unidades de ensino.

“Porque as nossas escolinhas eram de lata, eram tristes. Nós estamos melhorando muito as escolas. Isso é bom, isso é importante. Ninguém quer morar em um cortiço. Esse é um dos elementos fundamentais”, acrescentou.

*Combate ao crime organizado*

Na avaliação de Pivetta, a prevenção precisa caminhar junto com o enfrentamento direto à criminalidade. O governador defende uma política nacional de combate às organizações criminosas e afirma que o problema ultrapassa os limites dos estados.

“Isso não quer dizer que nós tenhamos que ficar a vida toda concorrendo com um Estado paralelo. Nós precisamos de uma política nacional de combate ao crime organizado. Porque os escritórios do crime não estão aqui, estão nos grandes centros”, afirmou.

Pivetta também cobrou uma atuação mais efetiva do Governo Federal e defendeu que o enfrentamento às organizações criminosas exige vontade política e determinação.

“Daí a necessidade do governo federal realmente se interessar. Precisa ter vontade política e determinação e separar mocinho de bandido. Não dá para relativizar a bandidagem. E é o momento de mudar esse cenário, agora, dia 4 de outubro. O povo tomar para si o Brasil. Eu tenho muita fé que isso vai acontecer. Eleger senadores livres. Eleger deputados que possam mudar as leis que têm que mudar. Especialmente o Senado. Mas o Congresso como um todo”, concluiu.

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