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“Futuro, futuro” vence o 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

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A 58ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foi encerrada neste sábado (20), com a cerimônia de entrega dos troféus candango no Cine Brasília. O destaque da noite foi “Futuro, futuro”, do diretor gaúcho Davi Pretto, consagrado com o prêmio de melhor longa-metragem pelo júri oficial. A produção levou, ainda, os prêmios de roteiro, montagem e menção honrosa para o ator Zé Maria Pescador. Já o público preferiu “Assalto à Brasileira”, de José Eduardo Belmonte, eleito em votação ao final das sessões, como o melhor longa. O filme de Belmonte também arrebatou os prêmios de melhor ator, para Murilo Benício, e melhor ator coadjuvante, para Christian Malheiros. As atrizes Dhara Lopes e Maria Ibrain venceram como melhor atriz e melhor atriz coadjuvante, respectivamente, pelo filme “Quatro Meninas”, da diretora carioca Karen Suzane. A diretora Karol Maia foi reconhecida com o Candango de Melhor Direção pelo documentário “Aqui Não tem Luz”.

Na Mostra Brasília, em disputa pelo 27º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, o grande vencedor foi “Maré Viva, Maré Morta”, de Cláudia Daibert, melhor longa tanto do júri oficial como do júri popular. Além de ser lembrado por melhor edição de som e pelo Prêmio Sesc.

A Edição comemorativa dos 60 anos do Festival alcançou um público de 39 mil pessoas durante os 9 dias de programação. Foram exibidos 80 filmes e distribuídos 50 prêmios, além de homenagear a atriz Fernanda Montenegro com o Troféu Candango pelo Conjunto da Obra. Ela não pôde participar da cerimônia, mas enviou um vídeo de agradecimento. Fernanda foi a primeira a receber o prêmio de Melhor Atriz no festival, em 1965, pelo filme “A Falecida”.
 
Os longas-metragens vencedores das mostras competitivas Brasília, Nacional e Caleidoscópio serão reprisados na programação do Cine Brasília neste domingo (21/9) e na segunda-feira (22/9).

A lista completa com os premiados nesta edição do Festival está disponível no site festcinebrasilia.com.br
 


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Flip 2026 celebra a força da língua portuguesa em Paraty

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Olá, gente amiga deste nosso programa, que se apressa em convidar toda a sua audiência a se sentir na paradisíaca cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. A partir de amanhã e até o próximo domingo, a cidade vai reunir escritores, pensadores e artistas do Brasil e do mundo na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, que este ano tem como tema central “A energia da Língua Portuguesa!” 

Mais do que uma oportuna homenagem, o tema celebra a diversidade e a potência dessa nossa língua-mãe, que une mais de 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Ao longo dos próximos cinco dias, a língua portuguesa vai ecoar nas mesas de debate, nas atividades programadas e nos diversos espaços da Flip, como a Tenda dos Autores, uma grande vitrine para livros que fazem história. Que o diga Cristina Serra, jornalista e apresentadora do programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, que teve a oportunidade de lançar, na Flip de 2019, o livro que escreveu sobre a tragédia de Mariana.

Agora, outra obra marcada pela memória e pela busca por justiça chega ao evento.

Sete anos após perder seus dois únicos filhos e a nora, grávida de seu primeiro neto, no rompimento da barragem de Brumadinho, Helena Taliberti transforma o luto em literatura. Depois de criar o Instituto Camila e Luiz Taliberti, ela lança um relato autobiográfico que vai além da dor: é um grito contra o esquecimento e um convite à justiça, à memória e à vida.

O livro será lançado oficialmente na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na Casa Ofício, no dia 25 de julho, às 11h30. Na obra, Helena registra sua trajetória de amor, sofrimento e ressignificação, convidando o público a refletir sobre o luto e a importância de preservar a memória.

O lançamento será marcado pelo painel “Semear futuros, cultivar a vida”, que reunirá Helena Taliberti, a jornalista, escritora e roteirista Jéssica Moreira, autora da coluna Morte sem Tabu, da Folha de S.Paulo, e o jornalista e escritor Jamil Chade, referência na cobertura de direitos humanos e crises humanitárias.


Fonte: EBC Cultura

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