Cuiabá

Vereadora Paula homenageia representantes do segmento farmacêutico em Cuiabá

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Cuiabá

A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), concedeu, na noite de quinta-feira (2), Moção de Aplausos a profissionais e representantes do segmento farmacêutico da capital.

A solenidade contou com a presença de dezenas de profissionais da categoria, reconhecidos pela relevância do trabalho que desempenham em prol da saúde, do bem-estar e da valorização da vida.

Em seu discurso, a parlamentar destacou a importância da profissão e agradeceu a participação de todos.

“Todos vocês aqui são responsáveis por manipular, dispensar e orientar sobre medicamentos, administrar, vender, atender e ouvir, sempre com amor e profissionalismo. São, antes de tudo, aqueles que atuam na linha de frente do cuidado com a vida. Estão presentes em farmácias, hospitais, laboratórios, clínicas e unidades de saúde, muitas vezes sendo o primeiro contato do cidadão que busca alívio para sua dor ou tratamento adequado para a sua enfermidade. Como farmacêutica, me sinto honrada por estar ao lado de todos vocês nesse dia tão especial”, declarou.

O propagandista Fernando Briante ressaltou o sentimento de reconhecimento proporcionado pela homenagem.

“A gente agradece a Paula por lembrar de nós. São 25 anos levando informação de qualidade à classe médica e ser reconhecido pela cidade com essa homenagem nos deixa&nbsp felizes e gratos”, afirmou.

Já Teresinha Marlene, que atua há mais de 20 anos no setor, destacou a representatividade do ato.

“É uma alegria estar aqui recebendo essa homenagem, ainda mais por Paula também ser farmacêutica. Só tenho a agradecer pelo carinho e pela jornada juntas, agora celebrada com essa homenagem tão especial”, disse.

O representante comercial Rubens Pinheiro compartilhou sua trajetória profissional, marcada pela conquista do diploma de Farmácia aos 58 anos de idade.

“Trabalhei a vida toda como balconista e, com a graça de Deus, consegui me formar farmacêutico. Já são mais de 25 anos de dedicação à representação, uma profissão gratificante, que se constrói na afinidade com os colegas e clientes. Esse reconhecimento vem coroar nosso esforço diário e renovar nossa motivação. Muito obrigado”, declarou.

Ao todo, mais de 60 profissionais do segmento farmacêutico foram homenageados com a Moção de Aplausos, representando diversas áreas de atuação do setor.

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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