Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate 21 incêndios florestais nesta segunda-feira (6)

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Mato Grosso

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) extinguiu dois incêndios florestais e mantém controlados sete focos ativos, nas últimas 24 horas. As equipes seguem, nesta segunda-feira (6.10), no combate a outros 21 incêndios florestais em diversas regiões do estado.

Os incêndios extintos estavam localizados nos municípios de Poxoréu e Itiquira. Já os incêndios que estão controlados e não apresentam risco imediato de propagação, por estarem contidos dentro de um perímetro seguro, localizam-se nos municípios de Nova Ubiratã e Feliz Natal, com dois focos sendo monitorados em cada município; além das cidades de Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço e Cláudia, com um foco cada em monitoramento.

As equipes seguem atuando no combate aos incêndios florestais nos municípios de Cocalinho, Rosário Oeste e Planalto da Serra, que enfrentam dois focos ativos em cada cidade. Os bombeiros combatem ainda incêndios florestais nas cidades de Chapada dos Guimarães, Nobres, Nova Brasilândia, Nova Ubiratã, Cláudia, Barra do Garças, Vila Bela da Santíssima Trindade, Cáceres, Barra do Bugres, Aripuanã, Juara, Guarantã do Norte, Pontes e Lacerda, Colniza e Nova Santa Helena.

O combate aos incêndios conta com equipes atuando diretamente no campo, com o apoio de máquinas pesadas, caminhões-pipa e aeronaves, que compõem a estrutura disponível para reforçar o enfrentamento das chamas. As operações seguem de forma contínua, com controle dos focos e proteção de vidas, propriedades rurais e do meio ambiente.

As ações contam com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil do Estado e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além da Polícia Militar, que atuam de forma integrada.

Monitoramento

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento de 49 focos de calor em todo o estado, incluindo os que estão em combate e controlados. Desse total, 34 são incêndios florestais e outros 19 focos restantes correspondem a queimadas irregulares. Nas terras indígenas, é registrado um incêndio na Terra Indígena Sangradouro/Volta Grande, em Poxoréu.

No caso de áreas indígenas, o combate deve ser feito por órgãos do Governo Federal, já que o Estado não possui autorização para atuar. Até o momento, o Corpo de Bombeiros Militar não foi acionado.

Fiscalização – Operação Infravermelho

Os 19 focos de calor decorrentes do uso irregular do fogo estão sendo fiscalizados no âmbito da Operação Infravermelho, cujo monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar de forma antecipada áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de 235 incêndios.

Os municípios são: Acorizal, Água Boa, Alta Floresta, Alto Araguaia, Alto Boa Vista, Alto Paraguai, Alto Taquari, Apiacás, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Bugres, Barra do Garças, Barão de Melgaço, Bom Jesus do Araguaia, Cáceres, Campinápolis, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cláudia, Cocalinho, Colíder, Colniza, Comodoro, Confresa, Conquista D’Oeste, Cotriguaçu, Cuiabá, Denise, Diamantino, Feliz Natal, Figueirópolis do Oeste, Gaúcha do Norte, General Carneiro, Guarantã do Norte, Guiratinga, Ipiranga do Norte, Itanhangá, Itaúba, Jaciara, Jauru, Juara, Juscimeira, Juína, Lucas do Rio Verde, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nossa Senhora do Livramento, Nova Bandeirantes, Nova Brasilândia, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Lacerda, Nova Marilândia, Nova Maringá, Nova Monte Verde, Nova Mutum, Nova Nazaré, Nova Santa Helena, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Mundo, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Paranaíta, Peixoto de Azevedo, Poconé, Pontal do Araguaia, Pontes e Lacerda, Porto Alegre do Norte, Porto Esperidião, Poxoréu, Primavera do Leste, Querência, Ribeirão Cascalheira, Rondolândia, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Carmem, Santa Cruz do Xingu, Santa Rita do Trivelato, Santa Terezinha, Santo Afonso, Santo Antônio de Leverger, Santo Antônio do Leste, São Félix do Araguaia, São José do Povo, São José do Rio Claro, São José do Xingu, Sapezal, Serra Nova Dourada, Sinop, Sorriso, Tabaporã, Tapurah, Terra Nova do Norte, Tesouro, Torixoréu, União do Sul, Várzea Grande, Vila Bela da Santíssima Trindade e Vila Rica.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 385 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme última checagem às 17h, no Programa BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Destes, 167 no Cerrado, 179 são na Amazônia e 39 no Pantanal. Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde).

É importante destacar que um foco de calor isolado não caracteriza, por si só, um incêndio florestal. No entanto, um incêndio florestal geralmente envolve o acúmulo de diversos focos de calor em uma mesma área.

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais em Mato Grosso. De 1º de junho até 31 de dezembro está proibido o uso do fogo no Pantanal. Nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período proibitivo teve início em 1º de julho e vai até 30 de novembro. Já nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

Em caso de qualquer indício de incêndio florestal, a orientação é que a denúncia seja feita imediatamente pelos números 193 (Corpo de Bombeiros) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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Fábio Parente se consolida como peça-chave da gestão e transforma Desenvolvimento Econômico em vitrine política de Primavera

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Foto: Assesoria

Dentro do atual cenário administrativo de Primavera do Leste, poucas áreas conseguiram sair do campo da promessa e construir uma identidade clara de atuação. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, comandada por Fábio Parente, é uma dessas exceções. Na leitura do Política em Pauta, trata-se hoje de uma das engrenagens mais organizadas da gestão Sérgio Machnic, com discurso alinhado, agenda consistente e, principalmente, capacidade de transformar movimentação em resultado político.

O que chama atenção não é apenas a presença constante do secretário em agendas estratégicas, mas a forma como essas agendas têm sido utilizadas para reposicionar o município. Ao longo do último ano, Fábio Parente deixou de atuar apenas na rotina administrativa e passou a operar como articulador de oportunidades, conectando Primavera do Leste a ambientes de inovação dentro e fora do país.

As missões internacionais ajudam a entender esse movimento. A participação na agenda Índia, ainda em 2025, abriu portas em áreas como tecnologia, cidades inteligentes e inovação aplicada. Na sequência, a ida à China, durante uma das maiores feiras de tecnologia do mundo, ampliou esse horizonte e inseriu o município em um circuito mais competitivo de prospecção econômica. Não se trata apenas de viagens institucionais. Há uma tentativa clara de inserir Primavera em um novo tipo de conversa, mais voltada à tecnologia, à indústria e à inovação.

Mas o ponto que sustenta o crescimento político de Fábio Parente está no desdobramento dessas agendas. Diferente de experiências comuns em administrações públicas, em que viagens terminam em relatórios sem efeito prático, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico conseguiu dar sequência às articulações. Projetos como a discussão de um parque tecnológico, aproximação com instituições de pesquisa, participação em programas nacionais de inovação e diálogo direto com empresários locais mostram que há uma linha de continuidade.

No plano interno, a secretaria também avançou em ações que impactam diretamente o ambiente econômico do município. A oferta de cursos profissionalizantes, o fortalecimento do diálogo com o setor produtivo, a atuação junto aos distritos industriais e a construção de um plano de desenvolvimento econômico colocam a pasta em outro patamar dentro da estrutura da prefeitura. Não é apenas uma secretaria de apoio. Passa a ser uma secretaria de estratégia.

Esse conjunto de ações ajuda a explicar por que a pasta se tornou uma das mais bem avaliadas dentro da gestão. Em meio a dificuldades naturais de início de governo e ajustes ainda em andamento em outras áreas, o Desenvolvimento Econômico conseguiu apresentar direção. E direção, na política, tem peso.

Para o prefeito Sérgio Machnic, o ganho é evidente. Ao lado de Fábio Parente em agendas técnicas e institucionais, o prefeito reforça uma imagem de gestor que busca referências fora do eixo tradicional e que tenta posicionar o município para além do crescimento orgânico. Machnic encontra na secretaria um instrumento para sustentar o discurso de modernização, sem precisar entrar diretamente em todas as articulações.

Há, ainda, um elemento político importante nessa relação. O crescimento de Fábio Parente ocorre sem gerar ruído interno relevante, justamente porque está vinculado ao projeto do prefeito. O secretário ganha espaço, mas não cria uma agenda paralela. Atua como extensão da estratégia do Executivo, o que fortalece ambos.

O que se desenha, neste momento, é uma secretaria que deixou de ser coadjuvante para ocupar um papel central no desenho de futuro do município. Em um ambiente político onde muitos ainda disputam espaço e narrativa, Fábio Parente conseguiu algo raro: construir um caminho próprio dentro da gestão, com começo, meio e objetivo definidos.

Se a gestão Sérgio Machnic pretende consolidar uma marca baseada em planejamento e desenvolvimento, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico tende a seguir como uma de suas principais vitrines. E, no ritmo atual, Fábio Parente se firma não apenas como gestor técnico, mas como um dos nomes mais fortes do primeiro escalão.

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