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Homem é detido pela Guarda Municipal por conduzir moto com placa adulterada

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Ao verificar a documentação, os GMs constataram que o veículo, ano 2023, nunca havia sido emplacado oficialmente

A Guarda Municipal de Várzea Grande deteve, nesta terça-feira (7), um homem de 52 anos flagrado conduzindo uma motocicleta com placa adulterada nas proximidades da rotatória do Aeroporto Marechal Rondon.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, a abordagem foi realizada durante a Operação Via Azul. A equipe da GM identificou a irregularidade na placa enquanto o condutor trafegava na região do aeroporto. Ao verificar a documentação, os GMs constataram que o veículo, ano 2023, nunca havia sido emplacado oficialmente.

Ainda conforme o registro policial, o motociclista admitiu que costumava furar semáforos e trafegar acima da velocidade permitida, alegando que dessa forma “ganhava tempo e agilidade”.

“Já estávamos monitorando, pois recebemos denúncias de que alguns motociclistas estariam circulando com veículos de placas adulteradas — objetos decorativos adquiridos na plataforma Shopee e instalados por conta própria, com o intuito de evitar radares e autuações de trânsito”, explicou o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos.

O suspeito possui passagem pela Polícia Federal, em Cáceres, pelos crimes de associação criminosa e tráfico de drogas, em 2009.

O homem foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes. Ele responderá pelo crime previsto no Artigo 311 do Código Penal, que trata da adulteração de sinal identificador de veículo automotor, com pena de três a seis anos de reclusão, além das sanções administrativas por alteração irregular nas características do veículo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Rogerinho Dakar diz que operação investiga sua gestão no DAE e nega participação em eleição da Câmara

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O vereador Rogerinho Dakar (PSDB), de Várzea Grande, afirmou que as buscas realizadas pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) em sua residência estão relacionadas à gestão dele à frente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), e não à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal. O parlamentar foi um dos alvos da Operação Cathedra Venalis, deflagrada na manhã desta terça-feira (20).

Rogerinho negou envolvimento na disputa pelo comando do Legislativo e ressaltou que não participou da votação realizada em maio, cujo resultado foi posteriormente anulado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Naquele período, segundo ele, estava à frente do DAE.

De acordo com o vereador, os agentes recolheram documentos referentes à administração do departamento. Ele afirmou que já havia organizado um dossiê sobre sua passagem pelo órgão e defendeu que os registros sejam examinados pelas instituições responsáveis pelo controle da gestão pública.

O parlamentar declarou que, durante os cinco meses em que esteve à frente do DAE, foram realizadas 15 licitações e adotadas medidas para ampliar a transparência administrativa. Segundo ele, a documentação também foi encaminhada ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas, à Prefeitura de Várzea Grande e à própria Câmara Municipal.

Vereador comenta vídeo com dinheiro

Durante a entrevista, Rogerinho também foi questionado sobre um vídeo que circulou nas redes sociais, no qual aparece com maços de dinheiro dentro de uma sacola. O parlamentar classificou as imagens como “totalmente fora de contexto”, mas não apresentou, na ocasião, explicações adicionais sobre a situação registrada.

A gravação foi mencionada em meio aos questionamentos sobre as suspeitas de compra de votos investigadas pelo Gaeco. Rogerinho, por sua vez, reiterou que não participou da eleição da Mesa Diretora e sustentou que as buscas em sua residência estão relacionadas aos documentos referentes à gestão do DAE.

Operação investiga suspeitas de corrupção

A Operação Cathedra Venalis apura possíveis irregularidades relacionadas à eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande, incluindo suspeitas de compra de votos, obtenção de vantagens indevidas e atuação de uma possível organização criminosa envolvendo agentes públicos.

Ao todo, são cumpridos 30 mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. A investigação busca reunir elementos para esclarecer as suspeitas.

A inclusão de Rogerinho Dakar entre os alvos da operação não representa comprovação de envolvimento em crimes. As circunstâncias das diligências e as responsabilidades individuais dos investigados deverão ser esclarecidas no decorrer da apuração.

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