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Com fila de espera de mais de seis anos, pacientes passam por cirurgias ortopédicas

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A Prefeitura de Diamantino, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, garantiu um importante avanço no atendimento à população. Cinco pacientes do município foram submetidos a cirurgias de artroplastia de joelho (prótese de joelho) no Hospital Santa Helena, em Cuiabá, por meio do programa Fila Zero MT.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Adélia Maria, o objetivo da ação é reduzir a fila de espera por cirurgias eletivas e devolver qualidade de vida a pacientes que aguardavam há cerca de sete anos pelo procedimento.

Adélia Maria ainda destacou que todas as etapas foram acompanhadas de perto pela equipe municipal da Central de Regulação para garantir o acolhimento e a segurança durante todo o processo.

“Nossa equipe esteve presente em todo o acompanhamento das cinco cirurgias, desde a avaliação até a realização dos procedimentos. Esse envolvimento é fundamental para assegurar a qualidade do serviço e dar tranquilidade aos pacientes.”

Segundo o coordenador da Central de Regulação, Marcos Diego, a artroplastia de joelho, também conhecida como colocação de prótese, é um procedimento de média a alta complexidade indicado para pacientes que sofrem de dores intensas e limitações de movimento devido a doenças como artrose avançada.

“Essa cirurgia envolve várias etapas, começando pela avaliação clínica no município, passando pelos exames preparatórios e, em seguida, a realização do procedimento em hospital de referência.”

Entre os beneficiados está o senhor Nilton Barella, morador de Diamantino, que aguardava há sete anos pela cirurgia e contou que, devido às fortes dores no joelho, estava há dois anos sem poder trabalhar.

“Para mim foi muito gratificante, porque já há seis anos aguardando e já faz dois anos sem poder trabalhar por causa do joelho.”

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Em defesa da população, prefeito Chico Mendes cobra respostas da Águas de Diamantino durante audiência pública

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Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (14.10), no Mini Centro Olímpico Darcy Capistrano, em Diamantino, foram discutidos os problemas no abastecimento de água e a prestação dos serviços de esgotamento sanitário no município. O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária Águas de Diamantino, da Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) e moradores para apresentar demandas, cobrar esclarecimentos e discutir medidas para melhorar os serviços.

Durante a audiência, o prefeito Chico Mendes apresentou o posicionamento da administração municipal em defesa da população diante das reclamações sobre a falta de água e cobrou respostas da concessionária sobre as interrupções no fornecimento. Entre os principais pontos discutidos estiveram as causas dos problemas, os investimentos realizados e as medidas necessárias para garantir a regularidade do abastecimento.

“A falta de água em Diamantino é inadmissível. A população tem razão de cobrar e nós também estamos cobrando. Durante nossa gestão, buscamos compreender as obrigações previstas no contrato, cobramos a concessionária e acionamos a AGIRF para acompanhar a situação. Agora, queremos respostas concretas, com medidas que realmente resolvam os problemas.”

O contrato de concessão nº 217/2014, firmado entre o Município e a Águas de Diamantino, estabelece as responsabilidades da empresa pela operação, manutenção e execução dos investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Prefeitura, como poder concedente, tem a atribuição de acompanhar a execução contratual, enquanto a Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) é responsável pela regulação e fiscalização dos serviços.

Os indicadores de desempenho da concessionária também integraram a pauta. Um diagnóstico técnico de setembro de 2026 apontou um índice de perdas de água de 68%, dado que serviu de referência para a discussão sobre o cumprimento das metas previstas no contrato. 

Outro assunto abordado foi a proposta de atualização do contrato de concessão, firmado em 2014. A administração municipal trabalha na revisão de metas e indicadores de desempenho, além da previsão de planos e protocolos para situações emergenciais e da adequação das metas de cobertura do esgotamento sanitário às exigências do Marco Legal do Saneamento Básico.

 

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