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Polícia Civil encontra ossada e bolsa de mulher desaparecida em Alto Boa Vista

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Boa Vista, localizou, nessa sexta-feira (10.10), uma ossada e uma bolsa com documentos em nome de Aline Cristiane Rocha Lourenço, de 41 anos, que estava desaparecida desde 27 de junho deste ano.

Aline estava sendo procurada desde quando o gerente da fazenda em que ela trabalhava registrou um boletim de ocorrência, no dia 29 de junho, dizendo que a funcionária foi ao centro da cidade acompanhada de uma colega de trabalho e não foi mais vista.

A equipe da Delegacia de Alto Boa Vista deu início à investigação e realizava buscas pela vítima.

As apurações apontaram que a jovem havia sido assassinada após denunciar um traficante, que acabou preso, e também devido a dívidas de drogas, visto que a vítima era usuária.

Nesta semana, os policiais civis receberam uma denúncia anônima sobre a possível localização do corpo da vítima, em uma região de mata próximo ao lixão de Alto Boa Vista, a cerca de 12 quilômetros do centro da cidade.

Uma equipe foi até o local indicado e localizou a ossada e uma bolsa com os documentos da vítima.

“Todos os indícios apontam que seja ela. Claro que a perícia da Politec é o que confirmará, mas as investigações apontaram para o local e a documentação dela foi encontrada junto com o corpo”, afirmou o delegado Daniel Antônio de Moura Neto, responsável pela investigação do caso.

Ainda conforme o delegado, as apurações apontam que ela foi morta na cidade e esquartejada para ser levada para o local em que o corpo foi enterrado, possivelmente para caber no porta-malas do veículo que foi utilizado.

Os peritos notaram, também, que ela teve lesões por todo o corpo, sendo uma maior na cabeça, que aparenta ser de uma forte pancada.

As investigações continuam para identificar todos os envolvidos no crime e as circunstâncias do homicídio.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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PC mira quadrilha por tráfico e uso de empresa para lavagem de dinheiro e prende três investigados

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil do Piauí, cumpriu ordens judiciais, na manhã desta sexta-feira (16), na Operação Cactus, deflagrada contra um grupo criminoso envolvido com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. 

Na operação, foram cumpridas prisões temporárias por 30 dias para 11 investigados, buscas e apreensões e a suspensão das atividades de empresas citadas no procedimento. Também foi autorizado o bloqueio de valores em contas e bens de investigados e empresas apontadas como suspeitas de ligação com o esquema. 

Em Mato Grosso, 11 ordens judiciais foram cumpridas pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), sendo três mandados de prisão e oito de busca e apreensão, além da interdição de uma garagem de veículos. 

As investigações, conduzidas pelo Departamento Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Denarc), da Polícia Civil do Piauí, tiveram como alvo um homem apontado como um dos líderes de uma facção criminosa que atua no estado e suspeito de desempenhar papel central na movimentação financeira do grupo.

A apuração identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com os rendimentos declarados, além de indícios de possível ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro. 

Entre os valores estabelecidos para os bloqueios estão até R$ 487 mil em bens do principal investigado e R$ 625 mil em bens da sua esposa. As medidas têm como objetivo atingir a estrutura econômica investigada e impedir que recursos supostamente provenientes de atividades criminosas continuem sendo movimentados ou ocultados.

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