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Polícia Civil prende dois suspeitos por tentativa de homicídio em mercado

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Lucas do Rio Verde, cumpriu nesta quarta-feira (15.10), dois mandados de prisão preventiva contra suspeitos de envolvimento na tentativa de homicídio de um homem, de 41 anos, ocorrida em um supermercado em Lucas do Rio Verde, em julho deste ano.

No dia do crime, 23 de julho, por volta de 12h45, a vítima foi perseguida por um homem armado, que a encurralou dentro do mercado e atirou várias vezes. Um dos tiros atingiu o tórax da vítima e outro causou ferimento de raspão no braço direito. Apesar dos ferimentos, a vítima conseguiu reagir e desarmar o atirador, que fugiu em seguida.

A Guarda Municipal foi acionada e encontrou o homem ferido, caído próximo ao caixa do mercado. Com ele, foi apreendido um revólver calibre .38, com três munições deflagradas e três intactas.

Assim que acionada, a Polícia Civil deu início às investigações do caso. As apurações apontaram que o atentado foi planejado por integrantes de uma facção criminosa que atua na cidade.

Foi apurado que, desde a noite anterior ao crime, os suspeitos se mobilizavam para localizar o alvo, que foi cercado e atacado de forma coordenada dentro do estabelecimento comercial.

“O motivo da tentativa de homicídio seria a vítima, supostamente, estar praticando furtos na região, o que teria gerado descontentamento da facção criminosa. As mensagens analisadas revelam divisão de funções entre os envolvidos, incluindo o executor dos disparos, responsáveis por vigilância, apoio logístico e coordenação da ação”, afirmou o delegado Artur Andrade Almeida, responsável pela investigação do caso.

Diante das investigações, o delegado Artur Andrade Almeida representou pelos mandados de prisão preventiva de dois suspeitos de envolvido no crime, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos nesta quarta-feira (15).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, em uma das residências alvo, foram localizadas uma porção de maconha e uma balança de precisão, materiais que foram apreendidos e encaminhados para perícia.

O inquérito segue em andamento na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde, que apura a participação de outros integrantes e busca esclarecer completamente as circunstâncias e motivações do crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Menor ameaça massacre em escola de MT e é apreendido pela polícia com faca e munições

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A Polícia Civil cumpriu na manhã deste sábado (12), o mandado de internação de um adolescente, de 16 anos, investigado pelo ato infracional de ameaça e planejamento de um possível ataque em uma escola estadual no município de Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Chapada dos Guimarães com apoio da Agência Brasileira de Inteligência, iniciaram após o adolescente realizar ameaças contra alunos de uma unidade de ensino.

Durante as diligências para apurar os fatos, foram colhidas informações e apreendidos materiais, que subsidiaram as investigações, sendo encontrados elementos que demonstravam que o adolescente fez ameaças específicas de realizar um massacre na escola, inclusive mencionando detalhes de como agiria.

A análise do material apreendido também apontou a presença de munições e uma faca relacionadas ao ambiente escolar, além de pesquisas sobre armas, violência e ataques ocorridos em escolas no Brasil, entre eles os massacres de Realengo, no Rio de Janeiro, e Suzano, em São Paulo, além de buscas relacionadas a armas, violência e conteúdos de extrema crueldade.

Durante a apuração dos fatos, os policias também tiveram acesso a um vídeo em que o menor aparece acompanhando um terceiro, ainda não identificado, durante um disparo de arma de fogo. O conteúdo foi considerado um dos elementos relevantes da investigação por indicar possível familiaridade e acesso a armamento.

Diante dos elementos colhidos, foi identificado um risco elevado de concretização da ameaça, indicando a necessidade de intervenção imediata.

Internação provisória

Diante da gravidade dos elementos reunidos, da repercussão social dos fatos e da necessidade de prevenir a continuidade ou eventual concretização das ameaças investigadas, a Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente.

A medida foi fundamentada na existência de indícios de autoria e materialidade, na gravidade concreta dos fatos e na necessidade de preservar a segurança do próprio adolescente e a ordem pública, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A representação também considera que os elementos encontrados nas investigações, demonstram não apenas manifestações de ameaça, mas um conjunto de comportamentos que, segundo a análise policial, poderia indicar preparação para a prática de violência.

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