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Cavalaria da PM apreende adolescente com diversas passagens criminais, drogas e simulacro de arma de fogo

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Equipes do 1º Esquadrão de Policiamento Montado de Lucas do Rio Verde (332 km de Cuiabá) apreenderam, nesta quarta-feira (15.10), um jovem, de 17 anos, por tráfico ilícito de drogas e apologia à facção criminosa no município. O menor foi flagrado com simulacro de arma de fogo e diversas porções de entorpecentes. Ele possui inúmeras passagens criminais.

Durante o policiamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam denúncia de que o jovem estava postando, em suas redes sociais, fotos com arma de fogo e sinais de apologia a uma facção criminosa.

Além disso, as equipes foram informadas que ele estaria comercializando entorpecentes, no bairro Rio Verde, região central do município. Os militares reforçaram ainda mais o policiamento e flagraram o adolescente, saindo de um conjunto de quitinetes, em uma motocicleta.

Ao ser abordado, os militares encontraram com ele um simulacro de arma de fogo em sua cintura e três porções de substância análogas à maconha. Questionado sobre os ilícitos, o denunciado confessou que havia mais entorpecentes escondidos em sua residência e dentro de um carro, que também era utilizado por ele.

Os militares se deslocaram até a casa do suspeito e encontraram outras cinco porções de maconha que estavam escondidas em seu quarto e em um automóvel estacionado na frente do imóvel.

As equipes identificaram, ainda, que ele possui passagens criminais por homicídio, roubo, tráfico ilícito e associação para o tráfico. O menor e todo ilícito recolhido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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