Mato Grosso

Nove pessoas são presas durante operação Lei Seca em Várzea Grande

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A 36ª edição da Operação Lei Seca resultou na prisão de nove pessoas, neste domingo (19.10), durante ação realizada na Avenida Aleixo Gomes da Conceição, Estrada da Guarita, no bairro Vila Arthur, em Várzea Grande.

Conforme o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), dentre os presos, seis foram por embriaguez ao volante, sendo um com agravante por não possuir habilitação, outros dois por entregar a direção do veículo a pessoa não habilitada.

Dentre os presos também está uma pessoa que tentou fugir da barreira pulando canteiro. No entanto, foi alcançado pela Polícia Militar que realizou a detenção. No veículo, os policiais encontraram uma porção maconha.

Durante a operação, foram fiscalizados 112 veículos e realizados 112 testes de alcoolemia, o que resultou em 91 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Ao todo, 55 veículos foram autuados e 40 removidos.

Do total de autuações, sete foram por conduzirem veículo sob efeito de álcool, seis por se negarem a passar pelo exame de alcoolemia, 14 por não serem habilitados e 32 por conduzirem veículo sem registro ou não licenciado.

Em Várzea Grande, para a realização da Operação Lei Seca, o GGI contou com apoio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito, Departamento de Trânsito, Guarda Municipal, Sistema Socioeducativo, Policial Penal, Corpo de Bombeiros e Politec.

Fonte: Governo MT – MT

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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