Mato Grosso
Senador nega articulação para Samantha ser vice de Pivetta e reafirma pré-candidatura
Mato Grosso
O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao governo de Mato Grosso em 2026, negou, nesta segunda-feira (20), qualquer articulação dentro do Partido Liberal que envolva a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris (PL), como possível vice na chapa do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Segundo o parlamentar, o assunto já foi tratado com o prefeito Abilio Brunini (PL) e com a própria Samantha. “Conversei com o Abilio e com a Samantha na semana passada. Eles deixaram muito claro que estarão com o partido e apoiarão os candidatos definidos pelo PL. Isso foi muito claro”.
O senador também refutou especulações sobre uma possível divisão interna no PL em torno de sua pré-candidatura. “Eu sou o pré-candidato ao governo. Isso já está definido pelo partido. Não há dúvida quanto a isso. Assim como o Medeiros também já está definido como pré-candidato ao Senado”, destacou.
Em relação a uma eventual composição de chapa com Samantha Iris, Fagundes ponderou que as decisões serão tomadas em conjunto com a direção partidária. “Nós temos que pensar nas coligações. Quem tem candidato ao governo e ao Senado deve buscar alianças com outros partidos — desde que não sejam de esquerda. Aí, sim, tudo é possível”, explicou.
Ainda assim, o senador fez questão de elogiar a primeira-dama. “A Samantha é um nome excelente, uma mulher sensível, trabalhadora, e foi a mais votada para a Câmara de Cuiabá. É uma liderança que tem destaque na nossa capital”, ressaltou Wellington Fagundes.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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