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Polícia Civil prende proprietário de oficina mecânica por receptação de chassi e motor de veículo de origem ilícita

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Policiais da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores (DERRFVA) prenderam em flagrante, nesta terça-feira (21.10), um mecânico e proprietário de oficina que mantinha em seu estabelecimento um motor e chassi de uma motocicleta furtada e que estava com numeração suprimida.

A apreensão ocorreu dentro das ações da “Operação Compra Segura”, realizada de forma permanente pela da DERRFVA, com apoio da Polícia Técnica e Científica (Politec), com o fim de localizar e apreender veículos e peças de automóveis de origem ilícita, comercializados em estabelecimentos da região metropolitana.

Durante fiscalização em uma oficina em Cuiabá, foi encontrado no local um quadro e um motor de uma moto Honda XR 250 Tronado com numeração de identificação suprimida. O Laudo Pericial Preliminar da Politec conseguiu identificar a numeração original, e constatou se tratar de um veículo furtado no ano de 2023 no município de Campo Verde.

Diante das evidências o proprietário do estabelecimento foi preso em flagrante pelo crime de receptação, previsto no artigo 180 do Código Penal. Durante o interrogatório, o suspeito admitiu ter recebido o veículo para reparos de uma pessoa em Cuiabá.

O delegado Raphael Guerra, responsável pelo flagrante arbitrou a fiança de um salário-mínimo ao mecânico, que foi liberado para responder em liberdade, após o pagamento do valor. As investigações continuam para a identificação e responsabilização de outros possíveis envolvidos no crime.

Compra Segura

A operação tem como objetivo fiscalizar estabelecimentos comerciais que negociam peças e acessórios automotivos, combatendo crimes como receptação, adulteração de sinais identificadores e comercialização de produtos de origem duvidosa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da PC derruba central de golpes virtuais em Várzea Grande e prende cinco criminosos

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (15), a Operação Persona Sintética para cumprir ordens judiciais contra um grupo criminoso instalado em Várzea Grande e especializado em fraudes digitais em Mato Grosso.

Na operação, são cumpridas 15 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão e cinco de afastamento de sigilo telemático. Todos os mandados são cumpridos em Várzea Grande. 

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

A investigação teve início no ano de 2023, após uma tentativa de estelionato eletrônico. Na ocasião, os criminosos utilizaram técnicas de engenharia social pelo aplicativo WhatsApp, empregando indevidamente a fotografia de familiares para solicitar valores via Pix. Não houve pagamento de valores, motivo pelo qual o crime foi classificado como tentado.

Inicialmente, a investigação obteve êxito em identificar um dos criminosos envolvidos no crime. Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão em setembro de 2025. Na ocasião, foram apreendidos aparelhos telefônicos e documentos de identidade falsos em nome de diversos cidadãos de Mato Grosso, indicando que os criminosos operavam uma verdadeira central para a prática de fraudes digitais.

Com base nos elementos de informação obtidos na primeira fase e em outras diligências que se seguiram, a investigação identificou os demais integrantes do grupo criminoso e elucidou a participação de cada um na dinâmica das fraudes digitais.

Os investigados responderão pelos crimes de associação criminosa, falsificação de documento público e estelionato qualificado mediante fraude digital. Há investigados que responderão, ainda, pelo crime de tráfico de drogas.

As investigações seguem agora para a sua conclusão, fase em que serão realizados os interrogatórios dos investigados e analisados os objetos apreendidos nesta segunda fase.

Persona Sintética

O nome da operação foi escolhido em razão das dezenas de documentos falsos encontrados com os criminosos.

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