Mato Grosso

A Democracia e o papel da Assembleia Legislativa!

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Quando falamos em democracia, nos referimos à capacidade de cada cidadão participar das decisões que afetam sua vida, sua família e sua comunidade. A democracia é o regime da escuta, do diálogo e da representação legítima da vontade popular.No Brasil, construímos, ao longo de décadas, um sistema democrático que, apesar de seus desafios, garante liberdades fundamentais e permite que diferentes vozes sejam ouvidas. É um processo contínuo de aperfeiçoamento, que exige vigilância constante e participação ativa de todos.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso é a Casa do Povo mato-grossense, onde 24 deputados estaduais, eleitos democraticamente, têm a missão de transformar as necessidades da população em leis, fiscalizar o Poder Executivo e garantir que os recursos públicos sejam aplicados com responsabilidade.

Cada deputado representa milhares de cidadãos, oriundos de diferentes regiões e realidades. Essa diversidade é nossa maior riqueza, pois garante que as leis aprovadas reflitam as múltiplas faces de Mato Grosso.

Cada projeto de lei passa por um criterioso processo de análise. Ouvimos especialistas, consultamos a sociedade civil e debatemos em plenário para construir um arcabouço jurídico que promova justiça social e qualidade de vida.

Acompanhamos a execução das políticas públicas, analisamos contratos e asseguramos que o dinheiro do contribuinte seja bem aplicado. A fiscalização é uma responsabilidade compartilhada em prol do bem comum.

Cada cidadão que nos procura fortalece o elo entre o Parlamento e a sociedade. A democracia representativa só funciona quando os representantes estão próximos dos representados.

A democracia exige participação contínua. Audiências públicas, consultas populares e canais de comunicação direta são ferramentas pelas quais o cidadão pode influenciar decisões políticas. Em Mato Grosso, temos ampliado esses espaços por meio de transmissões ao vivo, redes sociais e visitas aos municípios.

Vivemos tempos desafiadores. A polarização, as notícias falsas e o descrédito nas instituições ameaçam a democracia. Por isso, precisamos fortalecê-la com mais transparência, diálogo e compromisso com a verdade.

A Assembleia Legislativa tem o compromisso de ser um espaço plural, onde as ideias possam competir no campo das propostas. Discordâncias são naturais, mas a intolerância não pode ser aceita.

Conheça sua Assembleia Legislativa. Acompanhe as votações, participe das audiências, entre em contato com seu deputado. A democracia se fortalece quando se torna prática cotidiana.

Mato Grosso tem uma história de luta e conquistas. Cabe a nós preservar e aprofundar a democracia, para que as próximas gerações vivam em liberdade e justiça. A democracia é um verbo que se conjuga no presente — e nós estamos comprometidos em conjugá-lo todos os dias, ao lado do povo mato-grossense.

Viva a Democracia!

Max Russi, deputado estadual e atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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