Mato Grosso
Perseguição que matou casal no CPA I começou com briga de trânsito na Morado do Ouro
Mato Grosso
O acidente que matou o casal de engenheiros Giovani Vinicius Curvo e Priscilla Yvanna Furoni no CPA I foi consequência de uma briga de trânsito que, segundo as autoridades, iniciou no bairro Morada do Ouro na manhã de sexta-feira (24). Segundo as investigações, um carro tria fechado o Sandero em que estavam Giovani e Priscilla, o que motivou a perseguição que culminou na batida que tirou a vida do casal
veículo envolvido na perseguição foi flagrado por câmeras de segurança passando pelo local do acidente segundos depois da tragédia. Conforme as investigações, depois que o carro fechou Giovanni e Priscilla, o casal buzinou. Em seguida, o motorista ouvido pelas polícia nesta terça-feira (28) teria ‘mostrado o dedo’ para Giovanni, que conduzia um Renault Sandero branco.
Giovani teria então “podado” o veículo para fechá-lo. Contudo, nesse momento, o carro dos engenheiros raspou na lateral do outro veículo. Após esse momento, o Sandero saiu em alta velocidade e começou a ser perseguido. Ambos os veículos teriam mantido a alta velocidade, até que, no cruzamento da Avenida Joenville com a Rua Petrolina, ocorreu a tragédia.o carro envolvido na perseguição está apreendido pela Polícia Civil e passando por perícias. O casal envolvido na suposta perseguição trabalhava em uma obra no Centro Político Administrativo quando foram encontrados pelos investigadores. O delegado deve indiciar o casal e seu filho, que também estava no carro, por omissão de socorro por passarem pelo acidente e não pararem para ajudar.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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