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Feira Emprega Transporte 2025 oferece mais de 2 mil vagas com contratação imediata em Cuiabá

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A capital mato-grossense se prepara para receber, no dia 30 de outubro, a Feira Emprega Transporte 2025, evento que vai reunir mais de 30 empresas e oferecer mais de 2 mil vagas de emprego com contratação imediata. A ação, realizada pelo SEST/SENAT Cuiabá em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, será realizada a partir das 8h, na sede do SEST/SENAT, localizada na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 5115, Bairro Parque Ohara.

Durante o evento, os candidatos poderão entregar currículos, participar de entrevistas e conhecer de perto as oportunidades disponíveis em empresas do setor de transporte e logística, um dos que mais geram empregos na capital. A Prefeitura de Cuiabá participará com um estande da Secretaria de Trabalho, divulgando as vagas atualizadas do sistema e oferecendo orientação profissional.

Além das oportunidades de emprego, a Feira contará com palestras sobre empregabilidade, coffee break, brindes e a presença de autoridades locais, empresários e representantes de sindicatos. A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Cuiabá com a geração de renda e a valorização do trabalhador.

“A nossa missão é conectar quem está em busca de uma oportunidade com as empresas que precisam contratar. A Feira Emprega Transporte é um exemplo claro do resultado que alcançamos quando o poder público e a iniciativa privada trabalham juntos por um mesmo propósito: gerar emprego e melhorar a vida das pessoas”, destacou o secretário municipal de Trabalho, Willian Campos.

A entrada é gratuita, e as inscrições podem ser feitas pelo QR Code disponível nos materiais de divulgação ou no site sestsenat.org.br/feira-emprega-cuiaba-inscricao.

#PraCegoVer

A imagem que ilustra a matéria mostra ambiente de uma feira de empregabilidade promovida pelo Sine Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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