Mato Grosso
Medeiros: Lula não gosta de polícia, ele gosta de bandido
Mato Grosso
O deputado federal bolsonarista, de Mato Grosso, José Medeiros (PL) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por não se manifestar sobre a morte de policiais durante a megaoperação realizada nesta semana no Rio de Janeiro. Segundo o parlamentar, a postura do presidente revela insensibilidade e uma antipatia histórica pelas forças de segurança.
“O Nikolas fez um vídeo muito bom sobre a insensibilidade do Lula em relação à morte dos policiais. Mas, na verdade, ele não vai fazer fala nenhuma, porque primeiro ele não gosta de polícia. Essa gente gosta de bandido”, afirmou Medeiros.
O deputado relembrou episódios envolvendo o petista e disse que Lula sempre demonstrou maior simpatia pela criminalidade do que pelo combate à violência.
“Lula foi aquele cara que foi ao ex-presidente Fernando Henrique pedir para soltar os sequestradores do Abílio Diniz. Assim que ganhou a eleição, houve festa nas prisões, tiros nas comunidades”, recordou.
Medeiros também criticou a postura do governo durante a posse de Guilherme Boulos (PSOL) como ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, onde foi feito um minuto de silêncio em homenagem a criminosos mortos em confronto com a polícia.
Para o parlamentar, o gesto evidencia o alinhamento ideológico entre o governo federal e setores que hostilizam as forças policiais.
“Fizeram um minuto de silêncio na posse do Boulos, e agora já estão partindo pra cima do governador Cláudio Castro. O TSE já marcou o julgamento de cassação do governador, e o ministro Alexandre já pediu um monte de explicações. O negócio deles é a outra ala mesmo”, concluiu Medeiros.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
-
Opinião7 dias atrásAssistência social, habitação e oportunidades: uma agenda para enfrentar a pobreza
-
Polícia5 dias atrásPolícia abre investigação para apurar morte de jovem em Cuiabá; necropsia não aponta causa
-
Várzea Grande6 dias atrásMutirão de exames na FEB Saúde autoriza mais de 150 procedimentos e reforça cuidado com a saúde da mulher
-
Mato Grosso1 dia atrásUnimed Cuiabá conquista 1º lugar em engajamento na plataforma CapacitaCoop entre cooperativas de saúde de MT
-
Mato Grosso2 dias atrásMauro Mendes elogia Manciolli para Casa Civil e diz que Pivetta deve ter liberdade para trocar secretários
-
Opinião2 dias atrásO Brasil é do Povo Trabalhador, do Negro, do Índio, mas jamais vai ser dos “Capitalistas ou Imperialistas”
-
Mato Grosso3 dias atrásArtistas da Baixada Cuiabana declaram apoio a Flávio Bolsonaro em encontro com Zé Medeiros e Odílio
-
Mato Grosso3 dias atrásFaissal articula bloco de até 12 deputados para apoiar reeleição de Max Russi e disputar primeira-secretaria












