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Cavalaria da PM conduz dois faccionados e apreende porções de drogas em Nova Mutum

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A equipe de Cavalaria da Polícia Militar de Nova Mutum prendeu um homem, de 27 anos, e apreendeu um adolescente, de 17 anos, por tráfico ilícito de drogas, em duas ocorrências na noite deste domingo (2.11), na cidade. Ao todo, foram encontradas três porções de cocaína e 14 porções de maconha.

Durante patrulhamento pela Operação Tolerância Zero, a equipe recebeu uma denúncia de que uma pessoa estava comercializando drogas no estacionamento de um posto de combustível. Ao chegar ao local, os militares identificaram o suspeito por meio das características informadas e encontraram uma porção de cocaína.

Questionado sobre a droga, o homem confirmou que comercializa entorpecentes na região e que em sua residência possuía mais quantidades. Os policiais se deslocaram até a residência e encontraram mais duas porções de cocaína, além de diversos pinos para armazenamento e material de preparo.

O suspeito confirmou fazer parte de uma facção criminosa na cidade e recebeu voz de prisão, sendo encaminhado para a delegacia.


Em outra ação, os policiais abordaram um grupo de jovens e localizaram um celular com diversas imagens de maconha na galeria e em conversas em um aplicativo de mensagem.

A equipe policial os suspeitos e um menor confessou que as drogas, vistas nas fotos, estavam escondidas em um terreno baldio próximo a sua residência, além de informar que é membro de uma facção criminosa. Os policiais foram ao local informado e encontraram 14 porções de maconha.

Diante do flagrante, o adolescente foi apreendido e encaminhado para a delegacia, com o material encontrado, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Homem parafusa portas e janelas para manter mulher presa em Cuiabá

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Conteúdo/ODOC – Uma mulher foi resgatada pela Polícia Militar após ser mantida em cárcere privado pelo próprio companheiro, que chegou a parafusar portas e janelas para impedir que ela saísse de casa. O caso ocorreu na sexta-feira (30), no Residencial Jatobá, em Cuiabá. O suspeito foi preso em flagrante.

Segundo a PM, a equipe chegou ao imóvel após receber uma denúncia anônima de que a vítima estava sendo mantida presa contra a própria vontade.

Durante a apuração, os policiais constataram que já havia um boletim de ocorrência registrado no dia 7 de outubro, envolvendo o mesmo casal e endereço.

Antes de ir ao local, a equipe entrou em contato com a mãe da vítima, que mora em Alta Floresta. Ela relatou que estava há algum tempo sem notícias da filha e que havia tentado telefonar para ela naquele dia, mas não conseguiu contato.

Ao chegarem à residência, os militares chamaram pelos moradores. A mulher e o companheiro saíram do imóvel e, visivelmente abalada, ela contou que estava impedida de sair de casa desde a noite anterior.

Aos policiais, a vítima relatou que já havia conseguido fugir para Rondonópolis, mas foi localizada pelo companheiro e obrigada a retornar a Cuiabá.

Durante o trajeto, o homem teria levado a mulher até uma região de mata, onde fez ameaças e a submeteu a violência psicológica.

Ela também contou que, ao perceber a aproximação de uma viatura policial, o suspeito apertou seu pescoço para impedir que pedisse socorro.

Após o episódio, o homem teria levado a vítima de volta para casa e parafusado portas e janelas, impedindo que ela deixasse o imóvel.

A mulher afirmou ainda que sofria agressões físicas, ameaças e violência psicológica e patrimonial desde o início do relacionamento.

Durante o atendimento, a vítima informou que havia drogas na residência. Nas buscas, os policiais encontraram substâncias semelhantes à maconha e à cocaína.

O suspeito foi preso e encaminhado ao Plantão de Violência Doméstica e Sexual Contra a Mulher, junto com a vítima e os materiais apreendidos.

A ocorrência foi registrada pelos crimes de suspeita de tráfico de drogas, lesão corporal, sequestro e cárcere privado, além de perseguição no contexto de violência doméstica.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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