Mato Grosso

Operação Lei Seca prende três por embriaguez e fiscaliza 155 veículos em Várzea Grande

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Três pessoas foram presas por embriaguez ao volante durante a 37ª edição da Operação Lei Seca, realizada neste domingo (9.11) na Avenida Frei Coimbra no bairro Jardim Ouro Branco em Várzea Grande.

A operação fiscalizou 155 veículos e foram realizados 158 testes de alcoolemia, que resultaram em 73 Autos de Infração de Trânsito (AIT).

Dentre as autuações estão, oito por conduzir veículo sob efeito de álcool, 37 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado e 13 por conduzir veículo sem possuir habilitação.

Do total de veículos fiscalizados, 54 foram autuados e 40 removidos, sendo 28 automóveis e 12 motocicletas.

A Operação Lei Seca é realizada pela coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) com apoio do Batalhão de Trânsito da PM, Delegacia de Trânsito, Departamento de Trânsito, Corpo de Bombeiros, Polícia Técnica, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo e Guarda Municipal de Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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