Mato Grosso
Max Russi anuncia construção do 1º hospital veterinário público de Mato Grosso
Mato Grosso
Com mais de 450 participantes inscritos, o Summit Animal 2025, promovido pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), marcou um novo capítulo na defesa da causa animal no estado. Durante a abertura do evento, realizada nesta sexta-feira (7) no Teatro Zulmira Canavarros, o presidente da ALMT, deputado Max Russi, anunciou a construção do primeiro hospital veterinário público de Mato Grosso.
“A partir do exemplo do Paraná, nós também vamos construir um hospital veterinário em Mato Grosso. Esse é um sonho da causa animal, uma necessidade real. O nosso estado não pode ficar para trás, precisa avançar nessa pauta. Sem dúvida, o Summit Animal marca um momento importante, não somente pela presença dos palestrantes, mas também por essa bela notícia”, afirmou o presidente.
A conferência é uma realização da ALMT, por meio do Grupo de Trabalho em Defesa da Causa Animal, e contou com a presença dos deputados federais Delegado Matheus Laiola (União-PR) e Delegado Bruno Lima (Progressistas-SP), referências nacionais na defesa dos direitos dos animais. Também participaram especialistas, autoridades e lideranças nacionais e internacionais, além de organizações não governamentais (ONGs), protetores independentes e representantes da sociedade civil.
“Aqui, em Mato Grosso, reafirmamos que cuidar dos animais é também cuidar das pessoas. Destinamos mais de R$1,4 milhão em emendas para fortalecer a causa animal. Esses recursos são aplicados na construção de estruturas adequadas, na microchipagem e na castração de cães e gatos. A causa animal é uma causa de amor, mas também de coragem e coragem é o que move esta Casa”, destacou Russi.
O deputado federal Matheus Laiola (PR), autor da Lei Sansão, que aumenta as penalidades para casos de maus-tratos a cães e gatos, elogiou a iniciativa. “É extremamente importante um evento como esse, que amplia a conscientização das pessoas. São centenas de participantes que se tornam multiplicadores do bem-estar animal. Quero parabenizar o deputado Max pela iniciativa e pela construção do hospital veterinário”, afirmou.
O reconhecimento também veio do deputado federal Bruno Lima (SP). “Fiquei muito surpreso com o dinamismo com que ele encara o investimento na causa animal. É a primeira vez que vejo um resultado tão rápido em acolher uma proposta. Apresentamos a ideia e, hoje, já está sendo anunciado o hospital. Quero parabenizá-lo por ter abraçado a causa, por esse olhar sensível e pelo dinamismo, porque sabemos das dificuldades enfrentadas por quem atua na defesa dos animais”.
Durante o evento, também foi assinada a Carta de Compromisso de Cooperação Internacional pela Causa Animal, um marco histórico que institui um programa anual de cooperação com parceiros e organismos internacionais. O plano prevê ações conjuntas voltadas à ampliação das políticas públicas, ao intercâmbio de boas práticas globais e ao fortalecimento do compromisso do Estado com a sustentabilidade e o respeito à vida em todas as suas formas.
Em reconhecimento ao trabalho e à dedicação dos defensores da causa, o deputado entregou moções de aplausos a diversas personalidades e entidades. Entre os homenageados estavam os deputados Delegado Matheus Laiola (PR) e Delegado Bruno Lima (SP), que se destacam nacionalmente pela atuação em defesa dos direitos dos animais.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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