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Abilio pede autorização de Moraes para visitar Bolsonaro, veja vídeo

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou hoje (18), durante passagem pela Câmara Municipal, que fez uma solicitação ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para visitar Jair Bolsonaro (PL) no próximo mês. O ex-presidente da República é acusado de tentar dar um golpe de estado no Brasil, motivo pelo qual cumpre prisão domiciliar desde 4 de agosto deste ano.

“Está solicitado, estamos aguardando. Se o Alexandre de Moraes não tiver nenhuma restrição sobre essa visita, a gente está com ela pré-marcada para daqui duas ou três semanas, se não tiver nenhum obstáculo do ministro”, contou.

 

Segundo Abilio, o objetivo da visita é saber como Bolsonaro está, em virtude da saúde debilitada, e, se caso houver oportunidade, conversarem sobre as articulações políticas para o próximo ano. Vale lembrar que o pedido de visita do prefeito ocorre logo após desentendimentos entre o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), e o deputado federal por São Paulo, Eduardo Bolsonaro (PL).

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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