Política
Deputado Dilmar Dal Bosco participa do lançamento do maior programa habitacional da história de Vera
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Deputado Dilmar Dal Bosco durante assinatura de lançamento do Programa Habitacional “Vera Meu Lar”
Foto: JUNIOR POYER
O Centro de Eventos Olímpio Giacomelli ficou lotado na noite desta segunda feira (24), durante o lançamento do programa habitacional Vera Meu Lar, apresentado pelo prefeito Yago Giacomelli como o maior projeto de moradias populares da história do município. A solenidade teve a participação do deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União), do diretor-presidente da MTPar, Wener Santos, da chefe da Unidade de Habitação da MTPar, Vanessa Queirós Pinto Santos, e de representante da Caixa Econômica Federal, além de vereadores, lideranças locais e centenas de famílias interessadas em conhecer as regras para ter acesso às novas unidades.
Fruto da parceria entre a prefeitura e governo do estado, por meio do programa Ser Família Habitação e a Caixa Econômica Federal, o Vera Meu Lar foi apresentado como um programa estruturado, com metas e etapas bem definidas. A gestão municipal destacou a previsão de atendimento de até 200 famílias até o fim do mandato, com a construção inicial de 100 casas no Residencial Aeroporto, combinando subsídios municipal, estadual e federal para facilitar a entrada e o financiamento, principalmente para famílias de baixa renda.
Durante o evento, o deputado Dilmar Dal Bosco reforçou a importância de ampliar a política habitacional em todo o estado e ressaltou que o tema é uma das prioridades de seu mandato. Para o parlamentar, garantir moradia segura é parte central da dignidade de qualquer família. “Habitação não pode ser tratada como algo distante, é um compromisso com a dignidade de quem trabalha, cria filhos e quer viver com segurança. Em Mato Grosso, ainda precisamos de muito mais casas, em cidades grandes e pequenas, e meu papel na Assembleia é justamente apoiar programas como o Vera Meu Lar, assegurar recursos e fortalecer essa parceria entre município, estado e Caixa Econômica Federal”, afirmou.
O prefeito Yago Giacomelli destacou que o lançamento do programa representa um divisor de águas para Vera e fez questão de ressaltar o alinhamento entre o município e o governo do estado. “Hoje não estamos apenas apresentando um projeto, estamos assumindo uma responsabilidade coletiva com cada família que está aqui. O Vera Meu Lar não é discurso, é planejamento, é número no papel se transformando em casa de verdade. Com o apoio do deputado Dilmar, da MTPar, da Caixa e da nossa equipe, Vera começa um novo capítulo na habitação, mais organizado, mais justo e mais próximo de quem realmente precisa”, finalizou o prefeito Yago.
Fonte: ALMT – MT
Política
CPI da Saúde aciona Tribunal de Justiça para garantir depoimento de secretário em Mato Grosso
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) decidiu recorrer ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para tentar garantir o comparecimento do atual secretário estadual de Saúde, Juliano Silva Melo, às oitivas do colegiado. A iniciativa foi anunciada na quarta-feira (14), após novos adiamentos da participação do gestor.
De acordo com o deputado estadual Wilson Santos (PSD), presidente da comissão, o pedido será encaminhado ao desembargador Marcos Machado, com o objetivo de obter uma determinação judicial para que o secretário compareça. A CPI investiga procedimentos administrativos e pagamentos efetuados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).
Na mesma reunião, os parlamentares ouviram o ex-secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo, que prestou esclarecimentos sobre pagamentos indenizatórios, reconhecimento de dívidas e recomendações emitidas pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e pela Controladoria-Geral do Estado (CGE).
Durante os questionamentos, Wilson Santos afirmou que os pagamentos indenizatórios investigados ultrapassam R$ 1,1 bilhão. O deputado também levantou dúvidas sobre a continuidade dessas despesas após o período mais crítico da pandemia de Covid-19 e mencionou repasses superiores a R$ 140 milhões ao Hospital Israelita Albert Einstein.
Em sua manifestação, Gilberto Figueiredo defendeu os procedimentos adotados durante sua gestão. O ex-secretário argumentou que essa modalidade de pagamento já era utilizada pelo Estado e pode ser necessária na área da Saúde para garantir o fornecimento de medicamentos e a prestação de serviços aos pacientes quando não existe contrato vigente.
Figueiredo também negou ter mantido acordos ilícitos com empresas e sustentou que as decisões tomadas durante sua passagem pela secretaria consideraram as necessidades do atendimento público.
A CPI deve continuar examinando documentos e poderá convocar outros agentes públicos à medida que as investigações avançarem. O prazo de funcionamento da comissão foi prorrogado até janeiro de 2027, permitindo a continuidade da apuração dos procedimentos e das despesas sob análise.
O pedido envolvendo o atual secretário integra as medidas adotadas pelos parlamentares para avançar na coleta de informações. A eventual determinação judicial sobre o comparecimento deverá ser acompanhada no decorrer dos trabalhos da comissão.
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