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Polícia Civil prende suspeito de matar “amigo” em Sorriso

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A Polícia Civil prendeu, nessa quinta-feira (27.11), um jovem de 21 anos, suspeito de ter matado um “amigo”, em Sorriso. O homicídio foi praticado no último dia 20, no bairro Monte Líbano, na cidade.

O investigado foi preso, por volta das 15 horas, no seu local de trabalho, situado no bairro Rota do Sol, em Sorriso. A ação policial foi em decorrência de cumprimento de mandado de prisão expedido pela Comarca de Sorriso, após representação feita pelo delegado Bruno França, responsável pela condução das investigações.

A Polícia Civil segue com a investigação, realizando novas diligências, com objetivo de apurar o envolvimento de outros suspeitos participantes no crime.

O crime

Segundo a investigação conduzida pela Delegacia de Sorriso, o crime foi praticado por conta de disputa por território entre duas facções criminosas rivais. A vítima, Everton Gabriel Khel Maiolli, de 24 anos, pertencia a uma determinada facção, mas estava vendendo drogas para uma outra. Tal situação teria motivado o homicídio.

De acordo com o delegado Bruno França, pelo fato de a vítima conhecer o suspeito, por serem, em princípio, do mesmo grupo criminoso, o acesso à kitnet onde ela morava foi franqueado, pois não havia sinais de arrombamento. No interior do local, o suspeito questionou a vítima sobre a venda de entorpecentes para outra facção criminosa. O suspeito, revirou o local, encontrando o aparelho celular da vítima, em que foi possível visualizar conversas que comprovavam a ação da vítima.

Com a confirmação, o suspeito realizou uma videochamada com lideranças da facção pertencente, que decretaram a morte de Everton. Conforme levantado pela investigação, essas lideranças falavam de dentro de um presídio.

Morte violenta

Segundo apurado pela investigação, Everton foi morto em decorrência de queimaduras, mas também havia indícios de ter sofrido tentativa de asfixia, por conta de panos amarrados no pescoço, bem como traumas na região da cabeça.

A vítima foi encontrada carbonizada, com grande mancha de sangue ao redor do corpo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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