Mato Grosso

Dorner diz que Bolsonaro é “carta fora do baralho” e defende união da direita

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O prefeito de Sinop, Roberto Dorner (PL), afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “já é uma carta fora do baralho” e defendeu que a direita brasileira se una em torno de um nome de centro-direita para disputar a Presidência da República. Segundo o gestor, embora Bolsonaro ainda seja considerado plano A por parte do grupo, ele não vê possibilidade de avanço do projeto.

Dorner ressaltou que a prisão do ex-presidente é injusta, mas que a prioridade da direita deve ser a construção de uma frente unida para voltar a ter protagonismo político no país. Ao citar possíveis nomes para liderar essa união, ele mencionou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), destacando sua coerência, calma e capacidade de trazer benefícios ao país.

O prefeito de Sinop afirmou ainda que evita se aprofundar em debates nacionais para não perder o foco na administração municipal e na busca de recursos.

“Gestores que estão no poder hoje têm que ficar bem quietos. Trabalhamos com todas as forças políticas e com diferentes agentes de poder para trazer emendas e dar respostas à população”, disse.

Por fim, o prefeito disse que a prioridade é manter o crescimento da cidade e não cometer erros neste momento, garantindo que a gestão continue alinhada com os interesses da população.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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