Mato Grosso

Blairo Maggi declara voto em Fávaro, Mendes e Pivetta para 2026 em MT; vídeo

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ex-governador e ex-ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), declarou nesta quarta-feira (26), que já tem seus candidatos para as eleições de 2026 em Mato Grosso. A composição reúne nomes de diferentes espectros políticos. A declaração foi feita em um evento no Malai Manso Resort, em Chapada do Guimarães (a 50 Km de Cuiabá). (VEJA O VÍDEO AO FINAL)

Maggi disse que vai apoiar Carlos Fávaro (PSD) e Mauro Mendes (União Brasil) para as duas vagas ao Senado, enquanto Otaviano Pivetta (Republicanos) deve concorrer ao governo estadual. A definição do vice e dos suplentes ainda não foi anunciada.

A chapa chama atenção por reunir lideranças com trajetórias distintas: Fávaro integra a base de apoio ao presidente Lula, Mendes é identificado como um dos governadores alinhados à direita e Pivetta tem se aproximado do bolsonarismo. Apesar das diferenças, Maggi aposta em uma composição capaz de fortalecer sua influência política.

A movimentação reforça o peso do ex-ministro, considerado uma das principais lideranças do agronegócio nacional, e indica que o setor deve ter protagonismo nas próximas eleições estaduais

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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