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MM alfineta ex-gestores e diz que pôs fim a era de obras paradas em MT

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O governador Mauro Mendes (UB) defendeu as ações de sua gestão na organização financeira do Estado, afirmando que a garantia de execução das obras e investimentos públicos só foi possível graças ao planejamento e ao controle fiscal implantados em Mato Grosso. As declarações foram feitas durante a apresentação do balanço do programa Tolerância Zero, realizada na tarde desta quinta-feira (27), no Palácio Paiaguás.

Sem mencionar diretamente seus antecessores, Mendes usou como principal exemplo o andamento das obras em seu governo para marcar diferença em relação às gestões passadas. Segundo ele, nenhuma obra foi iniciada sem garantia de recursos e todas as ações anunciadas foram efetivamente executadas.

“Eu nunca autorizei fazer uma obra aqui que a obra não acontecesse. Nenhuma obra começou e parou no meio porque o dinheiro faltou ou porque o Governo do Estado deixou de pagar a sua empresa

Nenhuma ação começou e parou no meio. Porque a gente planeja bem e só fala que vai fazer aquilo que realmente dá pra fazer”.

O governador também reforçou seu papel direto na condução desse modelo de gestão, se distanciando do que classificou como uma prática política antiga baseada em promessas não cumpridas.

“O meu papel é organizar as finanças do Estado para que qualquer medida que a gente diga que vai fazer, aconteça de verdade. Pra não ficar naquele tempo em que os políticos falavam muito e faziam quase nada. Esse tempo acabou”.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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