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Polícia Civil prende casal suspeito de envolvimento em fraudes em empréstimos

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (5.12), a Operação Aliança de Sangue 2, para prender um casal, de 44 e 35 anos, suspeito de envolvimento em um esquema de fraude em empréstimos e financiamentos.

O casal estava foragido desde a deflagração da Operação Falsários, realizada pela Delegacia de Polícia de Poconé no dia 1º de outubro deste ano, quando já haviam sido presos outros dois investigados.

Nesta manhã, eles foram presos no bairro Marajoara, em Várzea Grande, por uma equipe da Delegacia Especializada de Estelionato do município, por força de mandados de prisão expedidos pelo Juízo da Comarca de Poconé.

Todos os alvos das duas operações são integrantes de uma associação criminosa formada por familiares. Por isso, a denominação de Operação Aliança de Sangue. Eles são pessoas autorizadas a atuar como agentes de crédito, ou seja, intermediários autorizados a cooptar pessoas interessadas em realizar empréstimos/financiamentos.

Existem vários procedimentos investigativos na Delegacia de Estelionato de Várzea Grande e de Poconé, que demonstram que o grupo se aproveitava de pessoas aposentadas, vulneráveis e até mesmo deficientes mentais para a prática dos crimes.

“Eles abriam contas bancárias e realizavam empréstimos sem o conhecimento das vítimas, que acabavam sendo enganadas, só descobrindo a fraude quando verificavam o desconto na folha de pagamento de benefícios do INSS”, afirmou o delegado André Luis Prado Monteiro da Silva.

A investigação vem sendo realizada há mais de um ano. Os suspeitos podem ser indiciados por estelionato majorado contra idoso ou vulnerável, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Bares, mercearias e oficinas são alvos da PC por furto de energia que teria causado prejuízo de R$ 180 mil

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (20), uma nova fase da Operação Circuito Fechado. As diligências foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG) em parceria com a concessionária energia e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), com objetivo de combater o furto qualificado de energia elétrica em empresas e estabelecimentos comerciais do município.

As investigações cumpriram mandados em 12 locais suspeitos, incluindo distribuidoras de bebidas, lojas, mercearias, bares, oficinas e funilarias. Foram constatadas irregularidades como ligações clandestinas diretas na rede, os chamados ‘gatos’ e manipulação de medidores para adulterar o consumo.

Até o momento, seis pessoas identificadas como proprietários e responsáveis dos pontos fiscalizados foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos e autuados por furto qualificado pela fraude. Um dos suspeitos foi flagrado em posse de uma arma de fogo adulterada e também responderá pelo crime.

Segundo o delegado responsável pela operação, Sérgio Luís Henrique Almeida, as informações levantadas apontam que as fraudes provocaram um prejuízo de cerca de R$180 mil à concessionária.

“Além do impacto financeiro direto, o furto de energia gera perdas que pesam na conta dos demais consumidores. As ligações clandestinas também representam sérios riscos à segurança pública, podendo causar curtos-circuitos, incêndios e interrupções no fornecimento”, explicou o delegado.

A operação mobilizou mais de 50 profissionais das forças policiais, peritos e técnicos. A cooperação técnica e policial fortalece a eficácia das fiscalizações e protege a população.

Circuito Fechado

O nome da operação faz referência aos conceitos de engenharia elétrica e ao cerco policial. Na eletricidade, o circuito fechado garante o fluxo contínuo da corrente, no contexto da investigação, sinaliza que a polícia bloqueou as ações ilícitas dos alvos mediante fiscalizações integradas.

O furto de energia é tipificado como crime. Suspeitas de irregularidades podem ser relatadas por meio das plataformas de atendimento da Polícia Civil e da concessionária

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