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Belém (PA) recebe Seminário de Palhaçaria, que vai até 14 de dezembro

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Vai começar mais uma edição do Seminário de Palhaçaria de Belém, que chega ao seu nono ano como um dos principais espaços de reflexão e troca sobre a arte da palhaçaria, o circo e a comicidade popular na Amazônia.

O evento acontece até o dia 14 de dezembro na capital paraense e promete reunir artistas, pesquisadores, estudantes e comunidades em torno de práticas e saberes que atravessam a atuação artística, o ensino, aprendizagem e a vida cultural da cidade, como revela a atriz, palhaça e produtora cultural Romana Melo:

“A gente vai estar ofertando oficinas, espetáculos, vai ter roda de conversa, além de comunicações de pesquisas acadêmicas na linguagem da palhaçaria, em todo o universo do circo.”

Organizado pelo grupo de pesquisa o Clown Nosso de Cada Dia, da Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (ETDUFPA) e sob a coordenação do professor doutor Marto Maués, o seminário reafirma a sua importância como espaço de diálogo e experimentação, fortalecendo a palhaçaria como linguagem artística e como prática social.


Fonte: EBC Cultura

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Cineclube Afrodite leva programação gratuita a territórios de Alagoas

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 Em Alagoas, o projeto Cineclube Afrodite levará cinema gratuito, oficinas e debates para vários municípios neste segundo semestre

 O projeto de Cineclube Afrodite, criado em Alagoas, em 2025, vai levar mais uma vez cinema gratuito, oficinas, debates e outras ações para vários municípios do estado neste segundo semestre.

Em alusão ao Julho das Pretas, a programação de abertura do projeto será dedicada ao movimento com o lançamento de duas obras inéditas de realizadoras alagoanas no Cine Arte Pajuçara, localizado na Galeria Center Pajuçara, na Av Dr. Antônio Gouveia, orla da capital. A sessão começa às seis da tarde.

Os filmes de abertura são “Osún de Mão Dada Com Oyá”, da diretora estreante Sal Bernardo; e “Batuque das Ondas”, de Elizabeth Caldas e  Manu Preta – que também estreia na direção. Os curtas têm como eixo central a ancestralidade, a cultura afro-brasileira e o protagonismo de mulheres negras.

O Cineclube Afrodite prioriza a circulação de obras produzidas em Alagoas e por realizadores negros, indígenas, mulheres e pessoas LGBTQIAPN+, contribuindo para fortalecer o audiovisual independente e democratizar o acesso ao cinema brasileiro contemporâneo. 

Segundo a Dagô Produções, que coordena as ações do projeto, após a estreia, o Cineclube Afrodite seguirá em circulação por diferentes territórios de Alagoas, levando sessões de cinema, rodas de conversa e ações formativas para quilombos, casas de matriz africana e outros espaços comunitários, ampliando o acesso ao audiovisual e fortalecendo as narrativas negras no estado.


Fonte: EBC Cultura

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