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Orquestra Sinfônica do RN celebra 50 anos com concerto

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A Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte inicia nesta sexta-feira as celebrações pelos seus 50 anos de existência.

Em um concerto especial, em Natal, os músicos, sob regência do maestro Linus Lerner, vão realizar uma apresentação com a participação do musicista pernambucano Antônio Nóbrega, que fez um convite especial para à população pelas redes sociais. 

“Eu, a Juliana Linhares e a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, estaremos juntos fazendo uma apresentação muito bonita às 20 horas, no espaço também de primeira, que é o Espaço Cultural João Paulo II, o famoso Papódromo. Essa apresentação marca a abertura das comemorações dos 50 anos da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte.”

O repertório propõe uma interação entre a música erudita e a cultura popular brasileira e será apresentado em três atos: dois dedicados à obra de Nóbrega, com momentos instrumentais e com músicas do artista; e um terceiro com a cantora Juliana Linhares. A partir daí, os dois dividem os vocais em uma seleção de frevos do compositor potiguar Dozinho.

O evento é gratuito. Para participar, basta doar 1kg de alimento não perecível.

Criada em 1976, a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte realizou seu primeiro concerto em 1977 e, ao longo de cinco décadas, consolidou-se como um dos principais grupos artísticos do estado.


Fonte: EBC Cultura

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Ouro Negro: espetáculo em Recife celebra os 100 anos de Moacir Santos

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Domingo (18) o palco do Teatro do Parque, em Recife, recebe um espetáculo que celebra o centenário do compositor, maestro, arranjador e multi-instrumentista pernambucano, Moacir Santos.

O musical “Canto e Encanto Pernambuco – Ouro Negro: 100 Anos de Moacir Santos” leva ao palco ritmos afro-brasileiros, influências do sertão e elementos do jazz que tornaram a obra do artista única. Além da música, o texto passeia por momentos marcantes de sua trajetória artística.

Autor do álbum clássico Coisas, lançado em 1965, e primeiro orquestrador negro da Rádio Nacional, Moacir deixou legado que inspirou outras referências da MPB como Baden Powell, João Donato, Sérgio Mendes, Paulinho da Viola e tantos outros.

Sua identidade musical ultrapassou fronteiras e conquistou reconhecimento internacional quando ele passou a morar nos Estados Unidos a partir de 1967. Por lá, lançou álbuns, continuou atuando como professor de música, fazendo parcerias com grandes nomes do jazz e da música instrumental; além de compor trilhas sonoras para filmes de Hollywood nas equipes de maestros como Henry Mancini.

 A montagem do Musical, reunindo mais de 80 jovens e professores, é resultado do trabalho social de iniciação à música do Núcleo Musical Irmã Scheilla desenvolvido pela Fraternidade Espírita Peixotinho desde 2010.

A encenação será às 16h e os ingressos para o espetáculo estão disponíveis na plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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