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Polícia Civil prende suspeitos de envolvimento em homicídio em São José dos Quatro Marcos

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A Polícia Civil deflagrou, nesta segunda-feira (22.12), a “Operação Dissenso” para cumprimento de três ordens judiciais, sendo um mandado de busca e apreensão domiciliar e dois mandados de prisão preventiva, em desfavor de dois investigados.

A ação foi realizada por meio da Delegacia de Polícia de São José dos Quatro Marcos, com apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron).

As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Única da Comarca de São José dos Quatro Marcos e estão vinculadas à investigação que apura tentativa de homicídio, ocorrida em fevereiro de 2024, no município.

Segundo a investigação, o crime teria sido praticado em decorrência de conflitos entre investigados ligados a grupos criminosos na região.

Um dos alvos, um homem de 45 anos, teve a prisão preventiva cumprida durante diligências no município de Cáceres, sendo conduzido para as providências legais. O outro investigado, de 34 anos, já se encontrava preso por outro processo, tendo sido formalizado o cumprimento do mandado judicial expedido neste procedimento.

Durante a ação, também foi realizado o cumprimento de mandado de busca domiciliar, com a apreensão de aparelhos celulares e outros materiais de interesse investigativo, que serão analisados conforme autorização judicial, com o objetivo de fortalecer a coleta de elementos probatórios e contribuir para o esclarecimento completo dos fatos.

De acordo com o delegado responsável pela condução da investigação, Kairo Ribeiro, as diligências seguem para consolidação das provas e responsabilização dos envolvidos, preservando-se o andamento da investigação e evitando a exposição de informações sensíveis.

“Trata-se de uma investigação que exige rigor técnico e integração entre unidades, com foco em retirar de circulação suspeitos de crimes graves e reunir provas para o devido processo legal”, destacou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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