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Polícia Civil prende em flagrante homem que estuprou e tentou matar ex-companheira em Jangada

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Um homem suspeito de estuprar e tentar matar a ex-companheira no município de Jangada foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta terça-feira (30.12), após ter fugido para Cuiabá.

A prisão do suspeito, de 29 anos, ocorreu durante diligências realizadas pelos policiais a Delegacia de Rosário Oeste com apoio da equipe da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

O crime teve início na noite de sábado (27), quando o suspeito invadiu a residência da vítima e a torturou por horas, em razão de não aceitar o fim do relacionamento. O suspeito agrediu fisicamente a vítima com socos e chutes, além de tentar matá-la com uma faca.

Além das agressões físicas, o suspeito violentou a vítima sexualmente consumando a conjunção carnal, sem o consentimento. Em um momento em que o suspeito estava distraído, a vítima conseguiu pedir ajuda aos parentes, que foram até residência.

Ao perceber a presença dos familiares no local, o suspeito novamente passou a ameaçar a vítima e a fez refém, colocando a faca na sua barriga. A vítima conseguiu convencer o ex-companheiro a deixá-la sair, ocasião em que ele também fugiu do local.

Mesmo após os fatos, não satisfeito, o suspeito novamente com a vítima, demonstrando que não havia se arrependido dos fatos e que continuaria a perseguir a ex-companheira.

Assim que tomou conhecimento dos fatos, a equipe da Delegacia de Rosário Oeste iniciaram as buscas pelo suspeito, que foi perseguido até Cuiabá, onde foi realizada a sua prisão em flagrante com apoio da equipe da Core.

O suspeito foi conduzido para a unidade da Core em Cuiabá, onde após ser interrogado pelo delegado de Rosário Oeste, Mauro Cristiano Perassolli Filho, foi autuado em flagrante pelos crimes de estupro e tentativa de homicídio.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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