Mato Grosso

PM prende homem por porte ilegal de arma de fogo em Lucas do Rio Verde

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Policiais militares do 13º Batalhão prenderam um homem, de 38 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta terça-feira (30.12), em Lucas do Rio Verde. Com o suspeito, foram apreendidas uma pistola de calibre 9 mm e 27 munições.

Durante patrulhamento ostensivo pelo bairro Bandeirantes, os policiais do Grupo de Apoio (GAP) do 13º BPM flagraram um homem em atitude suspeita, conduzindo uma caminhonete Hilux. Os militares realizaram abordagem do veículo e de seu condutor.

Na ação, os documentos do suspeito e do veículo estavam regulares. Porém, na busca na caminhonete, os militares localizaram uma pistola de calibre 9 mm, com dois carregadores e 27 munições, em uma bolsa.

Questionado sobre a arma, o homem confirmou ser de sua propriedade e não apresentou documentação de porte.

Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a delegacia, junto com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do telefone 190 ou do número 0800 065 3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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