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Polícia Civil e Vigilância Sanitária fecham comércio ilegal de pescado vivo em Cuiabá

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A Polícia Civil e a Vigilância Sanitária de Cuiabá interditaram, na manhã desta quarta-feira (14.1), um comércio ilegal de pescado vivo localizado na Avenida Agrícola Paes de Barros, em Cuiabá.

Equipes da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) e da Vigilância Sanitária de Cuiabá foram ao local e constataram a existência de um tanque do tipo piscina, no qual estavam acondicionados aproximadamente 30 peixes da espécie tambaqui.

Os peixes estavam mantidos com baixo nível de água e oxigenação e, segundo avaliação técnica da médica veterinária da Vigilância Sanitária, possivelmente, sendo submetidos a maus-tratos.


O estabelecimento já havia sido notificado em junho de 2025 e, na vistoria de retorno, foi constatada a continuidade da prática de abates clandestinos de pescado, que os peixes permaneciam no tanque sem condições adequadas de oxigenação, e não foi apresentada Guia de Trânsito Animal (GTA), ou qualquer outra documentação dos órgãos fiscalizadores.

Como o estabelecimento não cumpriu nenhuma das exigências da notificação, a Vigilância Sanitária decretou a interdição do local, que permanecerá nessa condição até a completa regularização junto aos órgãos competentes.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para realizar a perícia ambiental, que apontará se houve maus-tratos e se os peixes estavam com falta de oxigênio, em condições precárias e as demais irregularidades.

O proprietário do local, de 67 anos, foi conduzido para a Delegacia de Meio Ambiente para prestar esclarecimentos. A Dema continuará as investigações do caso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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