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“O Agente Secreto” será homenageado com bonecos gigantes em Olinda

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Os artesãos que confeccionam os tradicionais Bonecos Gigantes de Olinda sempre trazem para a folia novos personagens dos mais variados segmentos, além das tradicionais personalidades homenageadas ano a ano.

E no carnaval de Recife e Olinda deste ano, três dos novos bonecos que vão ganhar as ruas prestam homenagens aos envolvidos no filme pernambucano “O Agente Secreto”, vencedor de prêmios em Cannes, no Globo de Ouro, e que concorre a 4 estatuetas na próxima edição do Oscar.

Bonecos Gigantes dos atores Wagner Moura e Tânia Maria e do diretor Kleber Mendonça Filho vão desfilar junto com os foliões, celebrando o cinema pernambucano pelas ladeiras históricas de Olinda. Os 3 novos integrantes serão apresentados ao público em breve e vão fazer parte da galeria de homenageados — que inclui a atriz Fernanda Torres, celebrada com um boneco gigante depois da repercussão do filme “Ainda Estou Aqui”.

Mesmo fora da Folia, é possível conhecer parte do acervo dos bonecos gigantes na “Embaixada dos Bonecos Gigantes”, que fica na Rua do Bom Jesus, no Recife Antigo; ou na “Casa dos Bonecos Mirins e Gigantes de Olinda”, que fica na Rua Bispo Coutinho, em frente ao Observatório da Sé.

Dentro da programação principal que envolve os personagens gigantescos do carnaval pernambucanos, estão: o “Encontro de Bonecos Mirins”, que sai todos os anos no domingo de carnaval; e o “Encontro de Bonecos Gigantes de Olinda” que acontece na terça-feira de carnaval.

Já a tradicional Corrida de Bonecos, realizada pela Prefeitura de Olinda, partindo do Mercado da Ribeira, será no próximo sábado (7), ao meio dia. 


Fonte: EBC Cultura

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Mostra no Rio reúne obras de mulheres da região Norte

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A potência e a diversidade da arte contemporânea produzida por mulheres dos estados do Pará, Acre e Amazonas é o tema da exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro.

A mostra reúne 80 obras, de 21 artistas, e ocupa todas as salas do segundo andar do espaço, depois de já ter passado por Belém, Fortaleza e Brasília.

A idealização do projeto é do Museu das Mulheres, primeiro museu brasileiro dedicado a valorizar e dar visibilidade à produção artística, cultural e histórica de mulheres.

A diretora artística e curadora da mostra, Sissa Aneleh, fala sobre como surgiu a ideia da exposição.

“Eu encontrei as artistas amazônicas a partir da minha pesquisa de mestrado e doutorado em arte voltada para as mulheres e história da arte, reunindo 16 anos de investigação. Como historiadora da arte, considero a arte contemporânea amazônica feminina consolidada a ponto de já ser um capítulo da arte brasileira que deve ser reconhecido por sua contribuição ao Brasil”.

Na mostra, são apresentadas obras produzidas desde a década de 1970 até os dias de hoje, em diferentes suportes, como pintura, escultura, fotografia e videoarte. Entre as artistas participantes estão Auá Mendes, Keila-Sankofa e Bárbara Savannah. A curadora fala sobre os temas abordados e explica a escolha das profissionais.

“As obras abordam artivismo, o corpo como obra, culturas amazônica, indígena, afro-brasileira, pré-história e tecnologias amazônicas, a arte do afeto que é muito presente na região, biografias e ancestralidades femininas. Todas essas temáticas se potencializam com a abordagem da história das mulheres que todas as artistas apresentam. Foi decisivo o conjunto da obra de cada artista e da sua permanência nas temáticas da cultura e do universo feminino amazônicos”.

O espaço expositivo conta ainda com um ambiente imersivo, que leva os visitantes para uma experiência interativa com uma parte da mostra, como explica Sissa Aneleh.

“Algumas obras da exposição podem ser visualizadas em sala espacial com óculos 3D e visão em 360 graus. Também exibimos um filme em realidade virtual do acervo do Museu das Mulheres. O espaço é imperdível”.

A questão da acessibilidade para diferentes públicos é outro elemento importante da exposição, com diversos recursos empregados e visitas guiadas, como destaca Sissa.

“As exposições do Museu das Mulheres têm por padrão a garantia da acessibilidade de todos os públicos. Na exposição Amazônicas temos obras táteis, áudio descrição de obras e intérprete de libras. O projeto conta com kit de acessibilidade para o público neurodivergente, além de contratação de profissionais PCD e neurodiversos”.

Outras atividades que fazem parte do projeto são a programação formativa e oficinas de economia criativa voltadas para mulheres, além da programação educativa para crianças e jovens.

A mostra tem entrada franca e segue até o dia 16 de novembro!


Fonte: EBC Cultura

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