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Wilson Santos vistoria reforma da Unidade de Saúde do Capão Grande em VG

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Foto: ALEXANDRE ALVES ALONSO

Com o avanço nas obras da Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria José Pedrosa, localizada no bairro Capão Grande, em Várzea Grande, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) esteve no local, nesta quinta-feira (5), para acompanhar o processo construtivo juntamente com a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon. O parlamentar destinou emenda parlamentar no valor de R$ 500 mil para a reforma completa, por indicação do vereador Charles da Educação (União).

O deputado reconheceu a boa aplicação dos recursos feitas pela gestão pública municipal e adiantou que, neste ano de 2026, vai destinar mais emendas ao município. “A boa aplicação dos recursos públicos. E a saúde talvez é a principal reivindicação da população brasileira e não seria diferente em Várzea Grande. E por ser bem aplicado, vamos colocar mais emendas para o município”, declarou.

Durante a visita, a secretária Deisi mostrou os espaços em reforma que irão garantir mais conforto aos usuários e melhores condições de trabalho aos profissionais de saúde. Ela informou que, no próximo mês (março), está prevista a conclusão da obra e adiantou o convite às autoridades. “A prefeita nos colocou essa missão de fazer a entrega em março. Agradecemos de coração a emenda que foi destinada pelo deputado e fazemos questão de mostrar como o recurso está sendo bem aplicado”, posicionou.

A unidade possui uma recepção ampla, salas para coleta de exames, vacinas, curativos, atendimento odontológico e multiprofissional, além de farmácia, lavanderia, escovódromo e cozinha. “A obra está bem avançada. A previsão é que a entrega seja em março, estaremos aqui inaugurando essa obra que vai beneficiar toda a população do bairro Capão Grande e região”, disse o vereador.

Medicamentos – Além desta emenda, Wilson Santos também destinou mais R$ 500 mil para custeio e manutenção de estoques de medicamentos nas unidades básicas de saúde do município. A iniciativa reforça o seu compromisso com a saúde preventiva e no fortalecimento da rede pública de atendimento primário, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde aciona Tribunal de Justiça para garantir depoimento de secretário em Mato Grosso

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) decidiu recorrer ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) para tentar garantir o comparecimento do atual secretário estadual de Saúde, Juliano Silva Melo, às oitivas do colegiado. A iniciativa foi anunciada na quarta-feira (14), após novos adiamentos da participação do gestor.

De acordo com o deputado estadual Wilson Santos (PSD), presidente da comissão, o pedido será encaminhado ao desembargador Marcos Machado, com o objetivo de obter uma determinação judicial para que o secretário compareça. A CPI investiga procedimentos administrativos e pagamentos efetuados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT).

Na mesma reunião, os parlamentares ouviram o ex-secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo, que prestou esclarecimentos sobre pagamentos indenizatórios, reconhecimento de dívidas e recomendações emitidas pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e pela Controladoria-Geral do Estado (CGE).

Durante os questionamentos, Wilson Santos afirmou que os pagamentos indenizatórios investigados ultrapassam R$ 1,1 bilhão. O deputado também levantou dúvidas sobre a continuidade dessas despesas após o período mais crítico da pandemia de Covid-19 e mencionou repasses superiores a R$ 140 milhões ao Hospital Israelita Albert Einstein.

Em sua manifestação, Gilberto Figueiredo defendeu os procedimentos adotados durante sua gestão. O ex-secretário argumentou que essa modalidade de pagamento já era utilizada pelo Estado e pode ser necessária na área da Saúde para garantir o fornecimento de medicamentos e a prestação de serviços aos pacientes quando não existe contrato vigente.

Figueiredo também negou ter mantido acordos ilícitos com empresas e sustentou que as decisões tomadas durante sua passagem pela secretaria consideraram as necessidades do atendimento público.

A CPI deve continuar examinando documentos e poderá convocar outros agentes públicos à medida que as investigações avançarem. O prazo de funcionamento da comissão foi prorrogado até janeiro de 2027, permitindo a continuidade da apuração dos procedimentos e das despesas sob análise.

O pedido envolvendo o atual secretário integra as medidas adotadas pelos parlamentares para avançar na coleta de informações. A eventual determinação judicial sobre o comparecimento deverá ser acompanhada no decorrer dos trabalhos da comissão.

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