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Fé reúne milhares em Cuiabá e Prefeitura garante apoio em transporte e segurança

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Cuiabá segue vivendo um Carnaval marcado por grandes encontros de fé e participação popular. Nesta segunda-feira (16), a capital mato-grossense mantém uma intensa programação religiosa de grande porte, reunindo milhares de pessoas em eventos apoiados pela Prefeitura de Cuiabá e que já movimentam a cidade durante todo o período festivo.

Na Arena Pantanal, o Vinde e Vede 2026 continua atraindo fiéis de diferentes regiões. Após reunir cerca de 20 mil pessoas na abertura, o encontro católico prossegue nesta segunda-feira com momentos de oração, celebração e espiritualidade. A programação começa às 13h30, desta segunda-feira (16) com acolhida dos participantes. Às 14h30 acontece a oração do Santo Terço, seguida de pregação com o padre Overland de Morais, às 15h.

No fim da tarde, um dos momentos mais aguardados será a entrada dos andores de Nossa Senhora, às 17h, seguida pelo Cenáculo Mariano, às 18h. A Santa Missa será celebrada às 19h, reunindo novamente milhares de fiéis em oração e comunhão. Encerrando a noite, às 20h45, o público participa do show nacional com o padre Bruno Costa, mantendo o clima de evangelização e alegria que marca a 39ª edição do evento, considerado um dos maiores encontros católicos do Centro-Oeste.

Paralelamente, o Congresso da Umadecre também mobiliza a juventude cristã na capital. Com expectativa de reunir cerca de 30 mil jovens por dia, a programação desta segunda-feira ocorre no Grande Templo das Assembleias de Deus. Pela manhã, ministram o evangelista Thiago Seriquete e Marcela Bila, missionária com atuação na África. No período da tarde, participam o pastor Kaleb e o bispo Gabriel Siqueira. À noite, a programação segue com Alex Lúcio, pastor Alex Gonçalves, Danilo Leite, Jeffter e Kívia, reunindo caravanas de diversas cidades e estados.

Realizado entre os dias 12 e 17 de fevereiro, o congresso integra oficialmente o calendário turístico e cultural de Mato Grosso e dos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, consolidando-se como uma das maiores programações religiosas voltadas à juventude no Brasil.

Com grandes públicos reunidos diariamente, os eventos religiosos reforçam o caráter plural do Carnaval cuiabano. A Prefeitura de Cuiabá mantém apoio às programações, garantindo suporte logístico, mobilidade urbana e ações de saúde preventiva, contribuindo para que a população possa participar das atividades com segurança, organização e acolhimento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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