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Corpo de Bombeiros localiza corpo de jovem que se afogou no Rio Branco

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na noite de desta terça-feira (17.2), o corpo de um jovem de 21 anos, vítima de afogamento no Rio Branco, no município de Ipiranga do Norte (a 439 km de Cuiabá).

A equipe do 5º Batalhão de Bombeiros Militar (5º BBM) foi acionada por volta das 17h30, pela Polícia Militar, para atender a ocorrência.

Conforme as informações repassadas, o jovem estava acompanhado de dois amigos quando entrou no rio e submergiu. Os colegas ainda tentaram resgatá-lo, mas não obtiveram êxito.

No local, os bombeiros realizaram a avaliação de risco, considerando as condições da correnteza, profundidade e visibilidade da água, além da segurança da equipe. Após a análise do cenário, foram iniciadas as buscas subaquáticas.

Foram realizados dois mergulhos, atingindo cerca de seis metros de profundidade. No segundo mergulho, o corpo da vítima foi localizado submerso, a aproximadamente 20 metros do ponto indicado como provável local do afogamento.

Após o resgate, o corpo foi entregue à Polícia Civil e à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos legais cabíveis. A Polícia Militar permaneceu no local prestando apoio durante toda a ocorrência.

Orientações

O CBMMT reforça a orientação para que banhistas evitem entrar em rios e locais desconhecidos, atentem-se à profundidade e à força da correnteza e nunca nadem sozinhos, especialmente em áreas sem a presença de guarda-vidas.

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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