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10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura

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Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.

O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.

Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.

Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.

Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.

Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.


Fonte: EBC Cultura

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Salvador recebe Mostra de Cinemas Africanos

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Um recorte do que vem sendo produzido pelos realizadores do audiovisual contemporâneo da África poderá ser conferido pelo público de Salvador, a partir desta quinta-feira (17). Depois de passar pelo Rio de Janeiro, e por algumas cidades do interior da Bahia, chega a vez da capital baiana conferir a Mostra de Cinemas Africanos. A programação seguirá até o dia 23 de setembro.

Neste ano, o cinema de gênero ocupa o centro da curadoria, atravessada por ficção científica, suspense, thriller psicológico, comédia, ação, aventura e narrativas sobrenaturais. Serão mais de 20 filmes inéditos, entre longas e curtas, de 11 países africanos, entre eles Quênia, Senegal, Tunísia e República Democrática do Congo.

As sessões gratuitas acontecerão em diversos espaços de Salvador como a Sala de Cinema Walter da Silveira e o Sesc Casa Branca. A abertura nesta quinta, será às sete da noite, de maneira simultânea, nos 2 espaços, com a exibição do filme Memória da Princesa Mumbi, de Damien Hauser.

A partir da sexta-feira , a Sala Walter da Silveira, nos Barris, e o Cine Lankiana, localizado no bairro Cajazeiras, dividirão a programação, que pode ser conferida na íntegra no Instagram @mostradecinemasafricanos. O evento contará também com sessões comentadas, presença de diretores, minicursos, masterclass e Fórum de Crítica. As atividades formativas precisam de inscrição antecipada, que pode ser feita pelo endereço mostradecinemasafricanos.com.


Fonte: EBC Cultura

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