Cuiabá

Mais de 50 toneladas de peixe santo estão disponíveis ao custo de R$ 25 o quilo

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Cuiabá

A partir desta segunda-feira (30/03) até sexta-feira (03/04), a população poderá adquirir peixe ao custo de R$ 25,00 o quilo, valor praticado no programa Peixe Santo, ofertado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Adjunta de Agricultura. São vários pontos de comercialização distribuídos em todas as regiões da capital: Norte, Sul, Leste, Oeste e na região central, na Praça Alencastro, das 8h às 22h todos os dias, exceto na Sexta-feira da Paixão, quando será das 8h às 12h. Estão disponíveis 52 mil quilos de peixe redondo, híbridos do pacu, sem escamas e eviscerados (sem as vísceras). Todos os pontos de venda do Peixe Santo estão devidamente identificados.

Há a possibilidade de levar o peixe sem espinha e cortado. No caso, o serviço é cobrado à parte, conforme autorizado. Durante as primeiras horas após o lançamento, na Praça Alencastro, na manhã desta segunda-feira, a remessa se esgotou, sendo reposta na sequência para atender à demanda.

O valor é simbólico e o serviço à parte fica a critério do cidadão. Todo o manuseio e a prática seguem os padrões de segurança alimentar e jurídica. “As tendas que são montadas dispõem de todo o sistema de refrigeração, que é de responsabilidade das empresas que aderiram ao projeto Peixe Santo. Além dos estandes, estão disponibilizadas caixas térmicas para armazenamento. A empresa Oka participante é a primeira de Cuiabá com o Selo SIM (Selo de Inspeção Municipal), o primeiro de muitos que virão”, pontuou o secretário-adjunto de Agricultura, Vicente Falcão.

Na região Norte, há pontos de venda do Peixe Santo no Terminal do CPA 3, na Praça Cultural CPA 2, na Praça da Nascente e no Morada do Ouro.

Na região Leste, no trevo do bairro Planalto, próximo à policlínica, e na rotatória da Viola de Cocho.

Na região Oeste, na avenida principal do bairro Colorado, próximo à frutaria, e na Avenida Miguel Sutil, no trevo de acesso ao bairro Cidade Verde.

Na região Sul, no Pedra 90, na Praça do Caíque, na praça principal e no Pé da 90, em frente ao CRAS, ao lado de uma igreja, além da praça do bairro Tijucal, no Parque Cuiabá, no Complexo Silva Freire.

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Cuiabá

Vistoria técnica busca prevenir desabamentos no Centro Histórico de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) realizaram, nesta quinta-feira (15), uma vistoria técnica no Centro Histórico da capital para avaliar as condições de conservação de casarões e outras edificações antigas. A ação contou com a participação da Secretaria Municipal de Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, com o objetivo de identificar situações de risco e definir medidas para evitar desabamentos e preservar o patrimônio histórico.

A visita foi realizada a partir de levantamentos anteriores feitos por técnicos municipais, que identificaram imóveis com sinais de degradação, falta de manutenção e necessidade de escoramento. Com a presença de representantes do IPHAN, as equipes percorreram as edificações para verificar as condições estruturais e reunir informações que subsidiarão a definição de medidas emergenciais de conservação.

De acordo com o secretário municipal de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges, o município já havia produzido um relatório técnico sobre a situação de diversos imóveis do Centro Histórico, encaminhado aos órgãos responsáveis para avaliação conjunta.

“Essas casas estão sofrendo com a falta de manutenção. Muitas estão abandonadas e, com a ação do sol e da chuva ao longo do tempo, os materiais vão se deteriorando. Algumas já estão escoradas e outras também vão precisar desse suporte. Para resolver essa questão, será necessária uma reforma geral, para evitar que essas edificações desabem e se percam”, destacou.

O diretor técnico do Patrimônio Histórico de Cuiabá, Josino Bisneto de Moura, da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, ressaltou a importância da vistoria para identificar as intervenções necessárias, principalmente durante o período chuvoso. Segundo ele, algumas edificações apresentam condições preocupantes, inclusive imóveis que pertencem ao município.

“Fizemos uma série de vistorias e levantamentos junto com a Defesa Civil Municipal e constatamos situações que estão próximas do colapso em algumas edificações. A partir desse trabalho, queremos levantar as condições necessárias para prevenir esses problemas”, afirmou Josino.

Para os imóveis sob responsabilidade da Prefeitura, estudos e projetos para serviços de escoramento e manutenção já estão prontos. A medida busca reduzir os riscos e proteger as estruturas durante o período de chuvas.

Conservação e capacitação técnica

Além da avaliação dos imóveis em situação mais crítica, a atuação do IPHAN também busca fortalecer as ações de preservação do patrimônio histórico. A proposta inclui capacitações técnicas para engenheiros e arquitetos, com foco na padronização de projetos e na orientação de proprietários e comerciantes sobre as diretrizes adequadas de conservação dentro do polígono tombado.

O coordenador-geral de Conservação do IPHAN e gestor do programa Conviver, Paulo Farsetti, explicou que o instituto desenvolve iniciativas voltadas à recuperação de imóveis históricos e ao apoio a famílias de baixa renda que não têm condições de arcar com os custos de conservação.

“Temos uma frente de trabalho dedicada a moradores e proprietários de imóveis tombados nos centros históricos brasileiros que não têm renda suficiente para fazer a conservação. São os chamados canteiros-modelos de conservação, que permitem recuperar essas edificações, capacitar estudantes de arquitetura e engenharia e envolver a comunidade na valorização desse patrimônio”, explicou Farsetti.

Em Cuiabá, o trabalho é desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e envolve técnicas tradicionais de construção, como o uso de terra crua e madeira. A iniciativa contribui para a formação de novos profissionais e incentiva a participação dos moradores na preservação dos imóveis históricos.

A vistoria conjunta representa mais uma etapa no levantamento das condições das edificações do Centro Histórico. A partir das avaliações, os órgãos envolvidos poderão definir as medidas prioritárias para reduzir riscos, orientar intervenções e contribuir para a conservação de um dos principais conjuntos históricos de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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