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Polícia Civil prende em flagrante autor de violência doméstica que estava foragido em Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil prendeu um homem, de 35 anos, suspeito de agredir brutalmente sua ex-companheira em Comodoro. O suspeito foi localizado, nessa sexta-feira (3.4), escondido em uma residência no Bairro Buriti, em Pontes e Lacerda, após intenso trabalho de inteligência.

O caso teve início na madrugada de sexta-feira, por volta das 01h30, na Cohab Jonas Pinheiro. Uma mulher, de 31 anos, foi avistada correndo pelas ruas, clamando por socorro. No momento, uma equipe de investigadores da Polícia Civil, que já estava nas proximidades isolando o local de um homicídio ocorrido horas antes, ouviu os gritos e prestou o primeiro atendimento.

A vítima estava desorientada, em choque e com diversas lesões, principalmente, na região do rosto e da cabeça. De imediato, os policiais acionaram o serviço de ambulância e solicitaram apoio da Polícia Militar para iniciar as buscas. A mulher foi encaminhada ao Hospital das Clínicas de Comodoro para cuidados médicos.

Segundo apurado pelos policiais, a vítima teria sido agredida pelo ex-companheiro. De acordo com testemunhas, além da violência contra a mulher, o agressor teria provados vários danos na residência dela e ainda afirmado ter matado um homem, momentos antes à agressão, chegando, inclusive, a exibir munições de arma de fogo a uma das testemunhas ouvidas pela Polícia Civil.

Inteligência e Prisão

Após o registro da ocorrência, a Polícia Civil de Comodoro iniciou diligências ininterruptas por toda a cidade e também na zona rural, seguindo pistas sobre o paradeiro do suspeito.

O desfecho ocorreu após o cruzamento de dados e troca de informações estratégicas entre a Delegacia de Comodoro e o setor de Inteligência, em Cuiabá. Conforme a investigação, o suspeito teria fugido para Pontes e Lacerda, onde foi localizado e preso, em flagrante.

Investigações Adicionais

Além de responder pelos crimes relacionados à violência doméstica no âmbito da Lei Maria Penha, a Polícia Civil agora investiga a possível conexão do preso com o homicídio ocorrido na noite de quinta-feira (02/04), por volta das 23h15, conforme mencionado pelo suspeito durante o episódio de agressão em sua ex-companheira.

O preso foi conduzido à delegacia, onde as providências de polícia judiciária foram tomadas, e permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Menor ameaça massacre em escola de MT e é apreendido pela polícia com faca e munições

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A Polícia Civil cumpriu na manhã deste sábado (12), o mandado de internação de um adolescente, de 16 anos, investigado pelo ato infracional de ameaça e planejamento de um possível ataque em uma escola estadual no município de Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Chapada dos Guimarães com apoio da Agência Brasileira de Inteligência, iniciaram após o adolescente realizar ameaças contra alunos de uma unidade de ensino.

Durante as diligências para apurar os fatos, foram colhidas informações e apreendidos materiais, que subsidiaram as investigações, sendo encontrados elementos que demonstravam que o adolescente fez ameaças específicas de realizar um massacre na escola, inclusive mencionando detalhes de como agiria.

A análise do material apreendido também apontou a presença de munições e uma faca relacionadas ao ambiente escolar, além de pesquisas sobre armas, violência e ataques ocorridos em escolas no Brasil, entre eles os massacres de Realengo, no Rio de Janeiro, e Suzano, em São Paulo, além de buscas relacionadas a armas, violência e conteúdos de extrema crueldade.

Durante a apuração dos fatos, os policias também tiveram acesso a um vídeo em que o menor aparece acompanhando um terceiro, ainda não identificado, durante um disparo de arma de fogo. O conteúdo foi considerado um dos elementos relevantes da investigação por indicar possível familiaridade e acesso a armamento.

Diante dos elementos colhidos, foi identificado um risco elevado de concretização da ameaça, indicando a necessidade de intervenção imediata.

Internação provisória

Diante da gravidade dos elementos reunidos, da repercussão social dos fatos e da necessidade de prevenir a continuidade ou eventual concretização das ameaças investigadas, a Polícia Civil representou pela internação provisória do adolescente.

A medida foi fundamentada na existência de indícios de autoria e materialidade, na gravidade concreta dos fatos e na necessidade de preservar a segurança do próprio adolescente e a ordem pública, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A representação também considera que os elementos encontrados nas investigações, demonstram não apenas manifestações de ameaça, mas um conjunto de comportamentos que, segundo a análise policial, poderia indicar preparação para a prática de violência.

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