Polícia
Jovem investigado por roubar um mercado em Sinop é preso em flagrante pela Polícia Civil
Polícia
Homem suspeito de roubar uma mercearia no município de Sinop, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na segunda-feira (06.04), pelo crime de descumprimento de medida de protetiva de urgência.
O jovem, de 22 anos, foi preso pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop, durante diligências para apurar o roubo ocorrido em uma mercearia no dia 17 de março.
Durante investigação os policiais civis identificaram o autor do crime. Ele foi localizado no bairro Jardim das Palmeiras, na casa da ex-companheira a qual possui medidas protetivas decretadas pela Justiça com determinação de afastamento do lar.
Ao ser questionado o jovem assumiu que havia cometido o roubo no empório, alegando ser dependente químico. Sobre a ciente da medida protetiva, ele informou que foi notificado, e que no dia saiu da residência, mas retornou pois não tem para onde ir.
Na ocasião, a moradora afirmou que não havia deixado o suspeito retornar, bem como não havia retirado o pedido de medida protetiva de urgência.
Diante dos fatos o suspeito foi levado à Derf de Sinop, interrogado acerca do roubo praticado e autuado em flagrante pelo crime de descumprimento de medida protetiva. Após a confecção dos o preso foi colocado à disposição da Justiça.
Conforme o delegado da Derf de Sinop, Thiago Berger, as investigações para esclarecer o roubo continuam para conclusão do inquérito policial instaurado, com autoria definida e indiciamento.
Crime
O roubo ocorreu na tarde do dia 17 de março de 2026, em um estabelecimento localizado na Avenida dos Ingás.
Um homem armado entrou no local, rendeu os clientes e funcionários, e mediante grave ameaça subtraiu quantia em dinheiro que estava no caixa do comércio. Logo após o roubo, o criminoso foragiu.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Vídeo mostra engenheiro pegando faca antes de matar empresária com 21 golpes em MT
Conteúdo/ODOC – Um novo vídeo divulgado pelo advogado Rodrigo Pouso Miranda, que representa a família de Gleici Keli Geraldo, mostra momentos da madrugada em que a empresária foi assassinada pelo marido, o engenheiro agrônomo Daniel Bennemann Frasson, em Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá).
A gravação, com mais de oito minutos, reúne imagens que, segundo o advogado, reforçam a suspeita de que o crime foi planejado.
Gleici foi morta com 21 facadas na manhã de 24 de junho de 2025. Durante o ataque, a filha do casal, que tinha 7 anos na época, também foi atingida. A menina sobreviveu.
A nova gravação é uma versão ampliada de imagens apresentadas anteriormente por Pouso. Ao longo do vídeo, o advogado acrescenta informações e comentários para sustentar a tese de que Daniel tinha consciência do que estava fazendo e teria preparado o ataque.
Em uma das cenas, Daniel aparece pegando uma faca. Na sequência, ele retira o objeto do campo de visão da câmera. Pouco depois, é registrado observando diversas vezes o quarto onde Gleici e a filha estavam dormindo.
Em outro trecho, a faca quase cai. Daniel então sai da frente da câmera e, conforme a interpretação apresentada pelo advogado, teria aproveitado o momento para reposicionar o objeto e evitar que ele fosse captado pelas imagens.
Pouso também destaca que Daniel teria olhado diretamente para a câmera em determinados momentos, o que, segundo ele, indicaria que o engenheiro sabia que estava sendo filmado. O advogado ainda afirma que o acusado tentou retirar o cartão de memória do equipamento.
Antes das imagens da madrugada do crime, o vídeo apresenta um áudio enviado por Gleici a uma prima. Na gravação, a empresária comenta sobre a situação financeira da família e diz que seria necessário vender um apartamento comprado na planta, em Cuiabá.
“Como o Daniel agora não tem renda e tal, ele apertou um pouco o orçamento e a gente tem que desfazer desse apartamento”, diz Gleici no áudio.
Ela também pede ajuda à prima para encontrar um comprador ou alguém interessado em investir no imóvel.
Na avaliação do advogado, a sequência registrada pelas câmeras não seria compatível com a versão de que Daniel teria cometido os ataques durante um surto. Para Pouso, as imagens indicam que ele teria agido de forma consciente e planejada.
Perícia
Daniel permanece internado no Centro Psicossocial de Cuiabá. A defesa afirma que ele não tinha consciência dos próprios atos quando matou Gleici e feriu a filha.
O primeiro laudo sobre a condição mental do acusado foi contestado pelo Ministério Público e pelos familiares da vítima. Conforme o advogado, a homologação da perícia acabou anulada e uma nova avaliação foi realizada por uma junta composta por três peritos.
A condição mental de Daniel e os possíveis efeitos da nova avaliação no processo ainda serão analisados pela Justiça.
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